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Proteja-se do frio!

1 de fevereiro de 2012


A exposição ao frio pode ter consequências graves para a saúde. Os grupos mais vulneráveis ao frio são os bebés e as pessoas idosas, pois não têm grande percepção das alterações de temperatura, isto é, não sentem muito frio no Inverno, tal como não sentem muito calor no Verão. Estão também particularmente em risco as pessoas que:
  • Têm doenças crónicas, em especial cardíacas, vasculares, respiratórias, reumáticas, diabetes e doenças da tiróide;
  • Têm perturbações da memória, problemas de saúde mental, alcoolismo, ou demência;
  • Tomam certos medicamentos como psicotrópicos ou anti-inflamatórios;
  • Têm redução da mobilidade;
  • Têm dificuldades na realização das actividades da vida diária;
  • Estão mais isoladas;
  • Estão em situação de exclusão social.
Tenha em atenção as recomendações gerais para o frio publicadas pela Direcção-Geral de Saúde. Aqui estão algumas das mais importantes:
Em casa:
  • Mantenha a casa arejada, abrindo um pouco a janela/porta para evitar acumulação de gases;
  • Calafete janelas e portas para evitar a entrada de ar frio e a saída do calor acumulado;
  • No caso de prever-se a aproximação de um período de grande frio ou neve forte, faça as suas compras alimentares e outras que cheguem para um período de 2 a 3 dias para evitar ter de sair de casa;
  • Verifique se tem medicamentos suficientes;
  • Evite dormir/descansar muito perto do aquecimento;
  • A utilização de botijas de água quente deve ser feita sempre sob vigilância para evitar o risco de queimadura.
Vestuário:
  • Cubra as extremidades (mãos, pés, cabeça);
  • Não use roupas justas: dificultam a circulação sanguínea;
  • Use várias camadas de roupa em vez de uma única muito grossa.
Cuidados de higiene:
  • Mantenha a higiene pessoal;
  • Tome banho com água morna: água muito quente remove a camada protectora natural da pele;
  • Mantenha a pele hidratada: hidrate todo o corpo não esquecendo mãos, pés, cara e lábios.
Alimentação:
  • Coma com mais frequência: encurte as horas entre as refeições;
  • Coma mesmo que não sinta muita fome, em especial sopas e bebidas quentes (leite, chá);
  • Comer alimentos ricos em vitaminas e sais que protegem contra infecções;
Exercício físico:
  • Deve manter a prática de exercício físico: aumenta a produção de calor e a circulação de sangue;
  • Não fazer exercício físico intenso ou ao ar livre e evite arrefecer com a roupa transpirada no corpo;
  • Faça pequenos movimentos com os dedos, os braços e as pernas: evitam o arrefecimento do corpo;
  • Continue a beber água durante a actividade física para evitar a desidratação.
Outras recomendações:
  • Evite entrar e permanecer em locais fechados e com grande concentração de pessoas, onde se transmitem os vírus, em particular, a gripe;
  • Evite o contacto com outras pessoas doentes.
  • Mantenha-se atento aos avisos das Autoridades de Saúde, do Instituto de Meteorologia e da Autoridade Nacional de Protecção Civil.
  • Em caso de emergência ligue o 112.
  • Para mais informações ligue para a linha Saúde 24: 808 24 24 24.
Fonte: DGS

Uma dose da vacina é suficiente

23 de novembro de 2009

A Agência Europeia para o Medicamento (EMEA) anunciou na passada 6ª feira que será necessário apenas uma dose para garantir a imunização contra a gripe A.

Num comunicado, a Agência refere que os dados das várias vacinas foram revistos e reafirma a segurança e eficácia dos três produtos no mercado europeu (Celvapan, Focetria e Pandemrix, esta última a escolhida para Portugal).

No entanto, para as crianças com menos de 10 anos e para as pessoas imunocomprometidas, continua a recomendar-se uma segunda dose da vacina.

Ler mais aqui: http://www.emea.europa.eu/pdfs/human/press/pr/74870709en.pdf (em Inglês)

Antecipada vacinação de crianças contra o H1N1

16 de novembro de 2009



As crianças entre os 6 e os 24 meses começam a ser vacinadas contra a gripe A já a partir de hoje, uma antecipação do plano inicial que apenas previa a imunização deste grupo etário a partir de Janeiro.

Hoje começam também a ser vacinados os grupos prioritários que integram o grupo B, nomeadamente os doentes crónicos com diabetes, problemas cardiovasculares, asma, insuficiência renal e profissionais de saúde em contacto directo com doentes, entre outros.

Se é doente crónico, deverá contactar o seu médico assistente e solicitar a declaração médica que comprova que faz parte de um dos grupos-alvo a vacinar e entregá-la no seu Centro de Saúde, onde será posteriormente chamado para efectuar a vacina.

Mais informação:

Segunda tranche de vacinas já está em Portugal

9 de novembro de 2009

No ponto de situação da evolução da Gripe A em Portugal, que o Ministério da Saúde faz semanalmente, foi publicada a seguinte informação, que nos diz respeito:

No que diz respeito à campanha de vacinação, o Ministério informa que a segunda tranche de vacinas (32 mil doses) chegou esta semana a Portugal, tal como previsto. De acordo com o programa da campanha de vacinação apresentado, irão ser, progressivamente, abrangidos os grupos populacionais incluídos na segunda fase do Grupo A, nomeadamente doentes crónicos, continuando a ser vacinadas as pessoas da primeira fase que ainda não o foram.
Fonte: http://www.portaldasaude.pt/portal/conteudos/a+saude+em+portugal/ministerio/comunicacao/comunicados+de+imprensa/ponto+xliv.htm

A primeira e a segunda fase já estão juntas", disse ontem ao PÚBLICO o director-geral da Saúde, Francisco George, lembrando que na sexta-feira emitiu uma circular para os serviços de saúde a dar conta dessa orientação. Do grupo prioritário a vacinar agora fazem ainda parte os doentes com asma moderada a grave, as pessoas com obesidade mórbida, doenças respiratórias crónicas desde a infância, patologias neuromusculares que afectem a função respiratória e imunodeprimidos, por exemplo em resultado de transplantes ou determinados cancros.
Fonte: http://publico.clix.pt/Sociedade/segunda-fase-da-vacinacao-da-gripe-a-ja-abrange-gravidas-saudaveis_1408984

Mais informação: http://www.dgs.pt/upload/membro.id/ficheiros/i012000.pdf

Vacina contra a Gripe A

27 de outubro de 2009




No passado dia 13 de Outubro a RTP transmitiu o programa "Serviço de Saúde", inteiramente dedicado à vacina da gripe A. Deixamos aqui o vídeo da parte do programa sobre a segurança e efeitos secundários da vacina. No entanto, todo o programa é muito interessante, pelo que se segue o link para a transcrição do programa e restantes vídeos.

Relembramos que na 1.ª fase da campanha de vacinação, iniciada ontem, as primeiras 49 mil doses servirão para imunizar apenas os seguintes grupos: 1) profissionais de saúde, nomeadamente médicos e enfermeiros, que sejam considerados imprescindíveis e insubstituíveis; 2) grávidas no 2.º e 3.º trimestres de gravidez, com patologias graves associadas; e 3) profissionais que desempenhem actividades essenciais, imprescindíveis e insubstituíveis, pela especificidade das funções ao normal funcionamento da sociedade. Os restantes doentes crónicos (isto é, não grávidas) só serão vacinados quando forem disponibilizadas mais vacinas.

De acordo com o Dr. Gaston De Serres, médico epidemiologista, os doentes transplantados e outras pessoas imunodeprimidas deverão receber a vacina contra a gripe A. Nos próximos 6 meses saber-se-á mais sobre a segurança e a eficácia desta nova vacina, mas com base em estudos preliminares, esta vacina parece induzir uma resposta imunitária robusta cerca de 8 a 10 dias após a sua administração, tal como acontece com a vacina contra a gripe sazonal.

Da mesma forma, a Société Francophone de Transplantation apresentou as seguintes recomendações:
  • A recomendação actual de vacinação consistirá na administração de 2 injecções com um mínimo de 3 semanas de intervalo entre as doses.
  • A vacina contra a gripe A deverá ser administrada com um mínimo de 3 semanas depois da última vacina administrada (gripe sazonal ou outra).
  • É recomendável a vacinação das pessoas que mais convivem com os pacientes transplantados (agregado familiar, por exemplo).

Recomendações para controlo da infecção pela nova estirpe de vírus da gripe A na população de Insuficientes Renais Crónicos

26 de outubro de 2009

A passagem à fase 6 do alerta de pandemia relativamente à infecção pelo nova estirpe de vírus da Gripe A (H1N1)v, decretada pela OMS em 11 de Junho de 2009, configura a verificação de situação de pandemia de Gripe.

Os doentes IRC em hemodiálise (HD) necessitam de realizar os seus tratamentos de diálise, na maior parte dos casos extra-domicílio, o que obriga a estipular normas orientadoras específicas para prevenção e tratamento da Gripe A (H1N1)v nesta população.

Ler normas: http://www.dgs.pt/paginaRegisto.aspx?back=1&id=14526

Campanha de vacinação contra o vírus H1N1

6 de outubro de 2009

No próximo dia 26 de Outubro terá início a campanha de vacinação contra o vírus H1N1. Portugal, tal como os restantes países europeus, vai receber as vacinas por tranches, considerando as disponibilidades de produção da indústria farmacêutica. Isto determina que a campanha de vacinação decorra por fases.

A vacinação será realizada exclusivamente nas instituições do Serviço Nacional de Saúde, nos centros de saúde, onde se administram habitualmente todas as vacinas.

Assim sendo, a vacinação será iniciada contemplando:

  • Profissionais de saúde, nomeadamente médicos e enfermeiros, que sejam considerados imprescindíveis e insubstituíveis, pela especificidade das funções que desempenham nos seus locais de trabalho. Só desta forma é possível assegurar o funcionamento dos serviços de saúde essenciais, face ao período previsível de aumento de procura de cuidados de saúde.
  • Grávidas no segundo e terceiro trimestres de gravidez, com patologias graves associadas.
  • Profissionais que desempenhem actividades essenciais, imprescindíveis e insubstituíveis, pela especificidade das funções ao normal funcionamento da sociedade.

Em função da disponibilidade da vacina por parte da empresa produtora, progressivamente serão vacinadas as pessoas vulneráveis incluídas nos grupos pré-definidos:

  • Grávidas do 2.º e 3.º trimestres, pessoas com doença crónica, doença cardíaca, respiratória, imunodeprimidos, obesidade, diabetes, etc.
  • Restantes profissionais de saúde e outros profissionais prioritários.

A definição mais pormenorizada de todos os grupos vai estar disponível no Microsite da Gripe da Direcção-Geral da Saúde e no Portal da Saúde.

Conheça os critérios de inclusão nos grupos prioritários para vacinação: http://www.portaldasaude.pt/NR/rdonlyres/A471E13C-7C10-4A78-91A0-EF0D137C5201/0/Pandemrixgruposvacinacao.pdf

Fonte: http://www.portaldasaude.pt/portal/conteudos/a+saude+em+portugal/ministerio/comunicacao/comunicados+de+imprensa/campanha+vacinacao.htm

Médicos receitam Pneumo 23 a doentes crónicos enquanto não chega vacina da gripe A

29 de setembro de 2009

A vacina contra a pneumonia está a ser receitada em simultâneo com a vacina para a gripe sazonal, com o objectivo de atenuar os efeitos mais graves da gripe A. Existem médicos a prescrever a Pneumo 23, de forma a que os doentes de risco já estejam preparados para cenários mais preocupantes.

Esta vacina, inclusive, já foi sugerida pela Sociedade Portuguesa de Pneumologia a médicos e enfermeiros. Fonte da Direcção-Geral da Saúde, porém, afirmou ao CM que esta 'não é uma prática generalizada'.

'Há médicos a optar por fazer já a imunização dos doentes com a vacina Pneumo 23, que serve de profilaxia para a pneumonia. Além da vacina para a sazonal, acrescentam esta para atenuar efeitos mais graves da gripe A', revelou Maria da Glória Oliveira, farmacêutica adjunta da farmácia Figueiras.

Fonte: http://www.correiomanha.pt/Noticia.aspx?channelid=00000009-0000-0000-0000-000000000009&contentid=E7B3F5E1-562E-4A69-B22E-12EC4334FAF2

Saiba mais: http://www.infarmed.pt/infomed/download_ficheiro.php?med_id=9930&tipo_doc=rcm

E-livro "O Nuno escapa à Gripe A"

15 de setembro de 2009

O Plano Nacional de Leitura, em colaboração com a Direcção-Geral da Saúde, acaba de publicar um novo livro digital sobre a gripe A, intitulado "O Nuno escapa à gripe A".

Leia aqui: http://e-livros.clube-de-leituras.pt/elivro.php?id=onunoescapaagripea

Lavagem de mãos é arma contra a Gripe A

8 de setembro de 2009

A Gripe A é muito contagiosa, mas há medidas simples que podem ajudar a reduzir o risco de infecção. Cerca de 50 segundos a lavar as mãos, com água corrente e um antiséptico, podem reduzir o risco de infecções em 60%.


Gripe A em doentes transplantados

21 de julho de 2009

Recomendações médicas para evitar o contágio com gripe A, em doentes transplantados:


Diferenças entre a Gripe A e a Gripe Sazonal

17 de julho de 2009


Crianças com patologia crónica serão vacinadas

9 de julho de 2009

A ministra da Saúde anunciou ontem que todas as crianças com patologia crónica receberão a vacina contra o vírus da gripe A (H1N1), estando a ser estudados os riscos e benefícios da sua administração a outras crianças.

Ainda estão a ser definidos os grupos prioritários da população que deverão receber primeiro as vacinas, mas Ana Jorge lembrou que "as crianças são sempre um grupo populacional mais afecto a tudo o que são infecções respiratórias virais".

"Todas as crianças que têm patologia crónica terão indicação" para tomar a vacina, salientou a ministra, adiantando que está a ser avaliada a possibilidade de abranger também outras crianças. Portugal já decidiu fazer a pré-reserva de vacinas contra o vírus da gripe A (H1N1) para 30 por cento da população e está a negociar com diferentes laboratórios farmacêuticos.

"Existe já a garantia de que teremos a quantidade necessária, assim que a vacina for produzida", o que deverá acontecer em finais de Novembro, garantiu terça-feira Ana Jorge.

Fonte: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1390849&idCanal=62

Gripe A - Perguntas e Respostas

8 de maio de 2009

1. O que é o novo vírus da Gripe A(H1N1)?
O vírus da Gripe A(H1N1) - que apareceu recentemente, é um novo subtipo de vírus que afecta os seres humanos. Este novo subtipo contém genes das variantes humana, aviária e suína do vírus da Gripe e apresenta uma combinação nunca antes observada em todo o Mundo. Há evidência de que este novo subtipo é transmissível entre os seres humanos e a doença contraída tem atingido, no México, graus de severidade elevados, num número considerável de casos.


2. Quais os sintomas da infecção pelo novo vírus da Gripe A(H1N1)?
Os sintomas de infecção pelo novo vírus da Gripe A(H1N1) nos seres humanos são normalmente semelhantes aos provocados pela Gripe Sazonal:

- Febre

- Sintomas respiratórios (tosse, nariz entupido)

- Dor de garganta

- Possibilidade de ocorrência de outros sintomas:

  • Dores corporais ou musculares
  • Dor de cabeça
  • Arrepios
  • Fadiga
  • Vómitos ou diarreia (embora não sendo típicos na Gripe sazonal, têm sido verificados em alguns dos casos recentes de infecção pelo novo vírus da Gripe A(H1N1).
  • Em alguns casos, podem surgir complicações graves em pessoas saudáveis que tenham contraído a infecção.

3. Como ficam as pessoas infectadas com o vírus da Gripe A(H1N1)?

O método de transmissão do novo vírus da Gripe A(H1N1) é idêntico ao da Gripe Sazonal. O vírus espalha-se de pessoa para pessoa através de partículas em suspensão, quando uma pessoa fala, tosse ou espirra. Os contactos mais íntimos com uma pessoa infectada podem representar, por isso, uma situação de risco. O contágio pode também verificar-se indirectamente quando há contacto com gotículas ou outras secreções do nariz e da garganta de uma pessoa infectada - por exemplo, através do contacto com maçanetas das portas, superfícies de utilização pública, etc.. Uma pessoa saudável pode, inadvertidamente, contaminar as suas mãos e levá-las aos olhos, à boca ou ao nariz.

4. O vírus da Gripe A(H1N1) pode ser transmitido aos humanos mediante o consumo de carne de porco ou derivados?

Não. O vírus da Gripe A(H1N1) não é transmitido pela ingestão de carne de porco ou derivados devidamente confeccionados. Esta nova estirpe não foi, até à data, observada em animais, e não há indícios de que o vírus tenha entrado na cadeia de produção. Tanto a Autoridade Europeia de Segurança Alimentar, como o Centro Europeu de Controlo de Doenças desconhecem qualquer evidência científica que sugira a possibilidade de transmissão do vírus por consumo de carne de porco e derivados.Na possibilidade de que venha a ser observada a presença do vírus na carne de porco, uma correcta confecção - a temperaturas internas superiores a 70ºC - irá eliminá-lo de forma eficaz, tal como acontece com os outros vírus e bactérias habituais. Recorda-se, no entanto que, independentemente dos gostos gastronómicos individuais, a carne de porco deve ser sempre consumida "bem passada". Recomenda-se, igualmente, que as mãos sejam lavadas abundante e periodicamente, bem como todos os utensílios de cozinha. Estas recomendações são, aliás, as habituais para uma higiene adequada na cozinha.

5. Existe alguma vacina contra o vírus da Gripe A(H1N1)?

De momento, não existe vacina que proteja os humanos do novo vírus da Gripe A(H1N1).

6. A vacina da Gripe Sazonal é eficaz contra o novo vírus da Gripe A(H1N1)?

Não há evidência científica, até ao momento, que confirme qualquer protecção conferida por parte da vacina da Gripe Sazonal.

7. A infecção pelo novo vírus da Gripe A(H1N1) pode ser tratada?

O novo vírus da Gripe é sensível aos antivirais oseltamivir e zanamivir.

8. Qual é a situação na Europa?

A situação na Europa está em rápida evolução. Para informações mais recentes, consultar o sítio da Direcção-Geral da Saúde, nomeadamente, o Microsite da Gripe.

9. Estamos perante uma nova pandemia de Gripe?

A Organização Mundial de Saúde elevou para a Fase 5 o grau de alerta quanto ao risco de pandemia. Isto significa que há um risco aumentado de que a pandemia possa acontecer, mas tal não significa, necessariamente, que venha a ocorrer. É demasiado cedo para saber se a situação actual irá evoluir para uma pandemia. Uma pandemia de Gripe é caracterizada por uma epidemia à escala mundial, provocada por um novo vírus da Gripe que infecta uma grande parte da população desprotegida. No século XX, houve 3 pandemias de Gripe, em 1918, 1957 e 1968.Na Europa, e particularmente em Portugal, nos anos recentes, foram desenvolvidos esforços consideráveis de preparação para uma pandemia e todos os Estados Membro da União Europeia têm Planos de Contigência Nacionais.

10. É seguro viajar para o México?

Nas declarações de 27 de Abril, a Directora-Geral da Organização Mundial da Saúde recomendou que não fossem restringidas as viagens internacionais, apesar de considerar prudente que as pessoas adiassem as viagens não-urgentes. Qualquer indivíduo que apresente sintomas após uma viagem internacional, deve contactar a Linha Saúde 24 (808 24 24 24). Pessoas que tencionem viajar para áreas afectadas devem procurar informação junto da Linha Saúde 24 (808 24 24 24). Todos os viajantes deverão seguir as regras gerais de higiene descritas na resposta seguinte.

11. Que devo fazer para me proteger se tiver de viajar para o México?

Os viajantes devem seguir as precauções gerais de higiene relativamente a infecções respiratórias se viajarem para áreas onde foram detectados casos de infecção pelo novo vírus da Gripe, nomeadamente para o México. Estas regras gerais de higiene incluem:

  • Evite o contacto próximo com pessoas doentes. Por outro lado, se estiver doente, deverá manter a distância de pelo menos 1 m em relação aos outros, para evitar a propagação do vírus.
  • Sempre que possível, mantenha-se no domicílio. Evite multidões ou grandes aglomerados de pessoas.
  • Lave frequentemente as mãos com água e sabão;
  • Se tossir ou espirrar, proteja a boca e o nariz com um lenço de papel de utilização única ou use o antebraço e não as mãos, lavando-as com frequência;
  • Para se assoar, use lenços de papel de utilização única, meta-os num saco de plástico e coloque-o no lixo; lave as mãos com frequência.

12. Que precauções devo tomar se estiver a regressar do México?

Viajantes que regressem do México devem estar particularmente atentos ao seu estado de saúde; devem contactar de imediato a Linha Saúde 24 (808 24 24 24), durante os 7 dias seguintes ao regresso, se experimentarem algum dos seguintes sintomas:

  • Febre (>38ºC) e um dos seguintes sintomas:
  • Sintomas respiratórios como tosse ou nariz entupido
  • Dor de garganta
  • Dores corporais ou musculares
  • Dor de cabeça
  • Fadiga
  • Vómitos ou diarreia

Fonte: http://www.dgs.pt/ms/2/default.aspx?pl=&id=5509&acess=0&cpp=1

Gripe H1N1: Dadores com sintomas de gripe ou que tenham estado em países afectados não podem dar sangue

5 de maio de 2009

A Autoridade dos Serviços de Sangue e da Transplantação (ASST) emitiu na passada quinta-feira, 30 de Abril, uma circular normativa que institui medidas de controlo relativamente aos potenciais dadores de órgãos, tecidos, células de origem humana e sangue. Dirigida aos serviços de sangue e gabinetes coordenadores de colheita e transplantação, a circular determina que:

  • Todos os dadores com sintomatologia sugestiva da gripe devem ser temporariamente excluídos da dádiva;
  • Todos os dadores que estiveram nos países onde existe a epidemia devem também ser temporariamente excluídos;
  • Todos os dadores deverão ser informados que, caso surjam sintomas sugestivos de gripe nos 5 dias imeadiatos à dádiva, devem avisar o serviço onde esta ocorreu.
Fonte: http://www.portaldasaude.pt/portal/conteudos/a+saude+em+portugal/noticias/asst+medidas.htm

Quando e como tomar antibióticos

9 de dezembro de 2008

1. Quando devo tomar antibiótico?
Os antibióticos não tratam as infecções causadas por vírus, como é o caso das constipações ou das gripes. Os antibióticos só são eficazes em relação às infecções causadas por bactérias. Compete aos Médicos fazerem um diagnóstico correcto e tomarem a decisão sobre a necessidade de se tomar ou não um antibiótico.


Não esqueça: Os antibióticos não curam constipações e gripes!
• Os antibióticos só são eficazes em relação às infecções causadas por bactérias – não ajudam a recuperar de infecções causadas pelos vírus das constipações ou gripes!
• Os antibióticos não evitam o contágio do vírus a outras pessoas.
• O uso desnecessário de antibióticos, como no caso das gripes e das constipações, não traz qualquer benefício.
• O uso desnecessário de antibióticos torna as bactérias mais resistentes, e quando precisar realmente de tomar antibiótico, o tratamento já não faz efeito!
• Os antibióticos podem causar efeitos indesejados, como diarreia.
• Consulte sempre o seu Médico antes de tomar antibióticos!


2. Como devo tomar antibióticos?
Quando o Médico disser que é necessário tomar um antibiótico. É muito importante tomar o antibiótico de forma responsável!
Não esqueça: Tome antibióticos de forma responsável!
• O uso excessivo de antibióticos torna as bactérias mais resistentes aos tratamentos com antibiótico, daí a importância de não tomarmos antibióticos de forma incorrecta e injustificada.
• Só deve tomar antibióticos quando prescritos por um Médico e seguindo as suas indicações, para que no futuro, o tratamento com antibiótico continue a ser eficaz.
• Se quando acabar o seu tratamento ainda sobrar antibiótico, não deve guardá-lo. Aconselhe-se junto do seu farmacêutico como poderá desfazer-se dessa sobra.


3. Porque devo tomar antibióticos de forma responsável?
O uso incorrecto de antibióticos torna as bactérias mais resistentes e torna-os ineficazes em futuros tratamentos, o que constitui um perigo para a saúde pública.

Não esqueça: Somos todos responsáveis por manter os antibióticos eficazes!
• Os antibióticos estão a deixar de ser eficazes a um ritmo nunca visto, mesmo em relação há 5 anos atrás. Isto deve-se ao facto de o uso excessivo e desadequado de antibióticos ter tornado as bactérias resistentes aos tratamentos.
• Se continuarmos a consumir antibióticos ao mesmo ritmo, a Europa pode ter que voltar à época “pré-antibiótica” em que não existiam os antibióticos actuais, e uma simples infecção causada por bactérias, como é o caso da pneumonia, era mortal. Por isso, quando no futuro precisar de tomar antibiótico, este tratamento pode já não fazer efeito.
• Não tome antibióticos pelas razões erradas ou de forma incorrecta!
• Aconselhe-se sempre com o seu Médico sobre quando e como tomar antibióticos para que no futuro o tratamentos com antibióticos seja garantido!

Fonte: Direcção Geral de Saúde

Começou a monitorização da gripe!

28 de novembro de 2008

A ideia de monitorizar a epidemia sazonal de gripe, utilizando a Internet e com base na participação voluntária dos cidadãos, nasceu na Holanda, em 2003. Rapidamente constituiu-se num caso de sucesso de comunicação de ciência e de promoção da saúde. O projecto holandês, entretanto alargado à Bélgica que fala flamengo, motivou investigadores do Instituto Gulbenkian de Ciência a encetar uma colaboração internacional que veio dar lugar, em 2005, ao Gripenet português.

Acompanhando a actividade esperada da gripe, o Gripenet recolhe dados de Novembro a Maio. É com base nesses dados, recolhidos em questionários on-line, que é feita a monitorização da epidemia sazonal. Contudo, o site de suporte ao projecto está activo durante todo o ano, de forma a fornecer informação sobre a doença e as temáticas com ela envolvidas. O site www.gripenet.pt é o maior repositório de conteúdos on-line em língua portuguesa sobre a gripe.

Todos podem participar na monitorização Gripenet. Basta residirem território nacional e possuir endereço de correio electrónico.

Inscreva-se em: http://www.gripenet.pt/

Não se esqueça!

8 de outubro de 2008

A vacinação anual contra a gripe é a melhor forma de prevenir a doença!

Devem ser vacinadas as pessoas que têm maior risco de sofrer complicações depois da gripe:
• Pessoas com 65 e mais anos de idade, principalmente se residirem em instituições;
• As pessoas com mais de 6meses de idade que sofram de:
— Doenças crónicas dos pulmões, do coração, dos rins ou do fígado;
— Diabetes em tratamento (comprimidos ou insulina);
— Outras doenças que diminuam a resistência às infecções.

Como, em Portugal, o pico da actividade gripal tem ocorrido entre Dezembro e Fevereiro, a vacinação deve ser feita, preferencialmente em Outubro/Novembro, podendo, no entanto, decorrer durante todo o Outono e Inverno.

A vacina contra a gripe sazonal para a época 2008/2009 já está disponível no mercado farmacêutico português desde o dia 1 de Outubro. Fale com o seu médico ou farmacêutico!

Consulte o site da Direcção-Geral de Saúde sobre a Gripe.

Consulte o Atchim! - O lado divertido da gripe

Recomendações Pós-Transplante Pediátrico da Sociedade Americana de Transplantação - Vacinas

28 de março de 2008

1. Porque é que o meu filho precisa de vacinas?

As vacinas protegem a criança de contrair doenças graves. Algumas crianças com doenças renais poderão ter falhado alguma vacina, quer por estarem doentes na altura própria de as receber, ou por estarem a tomar medicações que inibem o sistema imunitário. Antes de um transplante, a criança deverá ter as suas vacinas em dia. É conveniente perguntar ao pediatra e à equipa de transplante quais são as vacinas que a criança necessita antes do transplante.

2. Quando se devem reinicar as vacinas após o transplante?

Depois do transplante, o seu filho irá tomar medicamentos que inibem o seu sistema imunitário, o que o impede de responder às vacinas. Pergunte ao médico nefrologista sobre a melhor altura para reiniciar as vacinas após o transplante. Este prazo poderá variar entre 3 e 9 meses sensivelmente, dependendo dos medicamentos que está a tomar.

3. Que vacinas é que o meu filho pode receber depois do transplante?

O seu filho NÃO deverá levar vacinas vivas, tais como:
• Varíola
• Sarampo
• Papeira
• Rubéola
• Poliomielite (vacina oral)
• Varicela (Alguns hospitais optam por permitir esta vacina após o transplante; confirme com o seu médico)

As vacinas que o seu filho PODE levar são as seguintes (mortas):

• Poliomielite (vacina injectável)
• Hepatite B
• Reforço de Tétano / Difteria
• Vacina da Gripe
• Pneumovax (vacina anti-pneumocócica)
• Hepatite A
• Teste de Tuberculina ou Teste de Mantoux (não se trata de uma vacina, mas de um teste para verificar se a criança esteve exposta à Tuberculose).

Confirme sempre com a sua equipa de transplante antes de dar alguma vacina ao seu filho.

4. E se planearmos uma viagem ao estrangeiro?

Se planear uma viagem a um qualquer país estrangeiro que exiga qualquer uma destas vacinas ou outras, desde que de vírus vivos, por favor contacte a equipa do transplante. É conveniente que lhe deêm um relatório que explique a situação do seu filho.

5. E se outras crianças da família forem vacinadas?

Outros membros da família não devem receber também a a vacina oral contra a poliomielite. Apenas é permitida a forma inactiva da vacina. Fale com o médico antes de dar a vacina da varicela a outros membros da família, uma vez que esta é feita de vírus vivos. Não existe perigo se outras crianças da família forem vacinadas contra o sarampo e/ou rubéola.

6. E se na escola houver outras crianças que tenham sido vacinadas com vírus vivos?

Fale com a educadora/professora sobre a situação do seu filho. Pergunte ao médico se o seu filho pode estar junto de outras crianças que tenham tomado a vacina oral da polio ou outras de vírus vivos.

Consulte aqui o Plano Nacional de Vacinação em Portugal.

Fonte: http://a-s-t.org/files/pdf/patient_education/english/AST-EdBroPEDKIDNEY-ENG.pdf

Medicamentos ao domicílio e através da Internet

6 de novembro de 2007

Já a partir de amanhã, podem ser encomendados medicamentos pela Internet, telefone ou fax junto das farmácias e locais de venda de fármacos não sujeitos a receita médica para entrega no domicílio. De igual modo, a partir desta data as farmácias poderão ministrar as vacinas não incluídas no Plano Nacional de Vacinação, como a vacina da gripe.


Ler notícia.