Resumo da atividade de Colheita e Transplantação (janeiro a novembro de 2011)
13 de Fevereiro de 2012
A ASST publicou recentemente o relatório relativo à atividade de Colheita e Transplantação realizada de janeiro a novembro de 2011.
O Criança e Rim é um grupo informal de crianças, jovens, pais, familiares, amigos, médicos, enfermeiros e outros profissionais de saúde que, directa ou indirectamente, convivem com as doenças renais.
Este blog é utilizado para divulgar informações, notícias, histórias, experiências e testemunhos entre outros, que interessam aos participantes do Criança e Rim em particular e a toda a comunidade em geral.
A ASST publicou recentemente o relatório relativo à atividade de Colheita e Transplantação realizada de janeiro a novembro de 2011.
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A exposição ao frio pode ter consequências graves para a saúde. Os grupos mais vulneráveis ao frio são os bebés e as pessoas idosas, pois não têm grande percepção das alterações de temperatura, isto é, não sentem muito frio no Inverno, tal como não sentem muito calor no Verão. Estão também particularmente em risco as pessoas que:
Tenha em atenção as recomendações gerais para o frio publicadas pela Direcção-Geral de Saúde. Aqui estão algumas das mais importantes:
Em casa:
Vestuário:
Cuidados de higiene:
Alimentação:
Exercício físico:
Outras recomendações:
Fonte: DGS
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A Associação dos Doentes Renais Norte de Portugal enviou-nos o seu último Boletim, para divulgação.
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Muito se falou nos últimos tempos sobre as novas regras a aplicar nas taxas moderadoras da Saúde e respectivas isenções.
Consulte aqui as novas regras, adaptadas de um artigo do Diário Económico, que está muito acessível e fácil de compreender.
1 - Quem mantém a isenção das taxas moderadoras, independentemente dos rendimentos? As grávidas, crianças até 12 anos, pessoas com incapacidade superior a 60%, doentes transplantados, dadores benévolos de sangue e de órgãos, bombeiros e militares e reformados das forças armadas incapacitados não têm de fazer prova de condição de recursos. Nestes últimos três casos (dadores, bombeiros e militares) a isenção só se aplica aos cuidados primários, ou seja, os que são prestados ao nível dos Centros de Saúde.Leia o artigo completo: http://economico.sapo.pt/noticias/as-novas-regras-nas-taxas-moderadoras_127958.html
2 - Os doentes crónicos também passam a pagar? O princípio mudou. Agora isenta-se a doença e não o doente. Um doente com cancro, por exemplo, continua a estar isento de todos os tratamentos e consultas inerentes a esta doença. Mas se partir uma perna, terá de pagar pelos cuidados médicos.
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Apesar do calor que se faz sentir, a verdade é que já estamos em Outubro e a época oficial de vacinação contra a gripe sazonal já começou!
Aconselhamos sempre a consultar o seu médico, mas de modo geral os doentes crónicos fazem parte do grupo de risco a quem é aconselhada a vacinação anual.
Saiba mais aqui: http://blogcriancaerim.blogspot.com/2007/10/dvidas-sobre-vacina-da-gripe.html
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A Associação dos Doentes Renais Norte de Portugal enviou-nos o seu último Boletim, para divulgação.
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Já aqui falámos do Programa Nacional de Doação Renal Cruzada, que começa a dar os primeiros passos em Portugal. Recentemente, a Marta Branco deu diversas entrevistas para expor o seu caso e divulgar este programa.
A doação renal cruzada é uma alternativa que permite cruzar vários pares dador-receptor, sendo cada um constituído por pessoas incompatíveis entre si, por forma a tornar os transplantes possíveis.
O INESC Porto divulgou agora a criação de um software avançado que permite determinar o maior número de pares dador-receptor compatíveis em programas de doação renal cruzada, optimizando esta alternativa.
De acordo com Ana Viana, investigadora do INESC Porto e coordenadora deste projecto – que envolve também as universidades do Minho, de Lisboa, a Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e a Autoridade para os Serviços de Sangue e da Transplantação -, esta tecnologia pretende maximizar o número de transplantes renais cruzados e deverá estar concluído em Dezembro de 2012.
“Este software compara alternativas de doação de rins. Vamos investigar algoritmos inovadores e vamos ter em conta aspectos que ainda não estão validados nas políticas nacionais que regulam esta questão”, revelou a coordenadora do projecto.
Desta forma, vai ser analisado periodicamente um universo de pares dador-receptor que estão inscritos num sistema até determinar uma solução óptima, que maximize o número de transplantes possíveis, respeitando um conjunto muito alargado de factores e imposições legais.
De acordo com Ana Viana, um dos aspectos inovadores abordados neste projecto prende-se com a “definição de um modelo dinâmico” que consiste no estudo da dimensão temporal entre as reuniões em que se definem os transplantes a fazer. “São feitas com determinada periocidade, mas talvez seja necessário rever os intervalos com que são feitas”, sugeriu.
Além disso, este trabalho vai “considerar mais do que um critério de avaliação para os transplantes”. “Às vezes maximizar o número de transplantes não é o melhor, se um deles for mais fraco”, explicou, acrescentando que vai ser proposta “uma análise multi-critérios”.
Com este conjunto de medidas, o projecto poderá resultar numa revisão das regras de doação implementadas em Portugal. “É óbvio que vai ter de haver uma comissão de validação das nossas propostas, pois estamos num campo de investigação e a explorar coisas novas. Contudo, certamente que este trabalho ajudará a fazer alterações nas regras nacionais”, frisou a investigadora do INESC Porto.
Fonte: http://www2.inescporto.pt/utm/noticias-eventos/nos-na-imprensa/software-do-inesc-porto-pode-facilitar-doacao-de-rins
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Mais de 30 dadores por cada milhão de habitantes e perto de um milhar de transplantes realizados em 2010 são os números da realidade portuguesa. Estes números colocam Portugal no segundo lugar do ranking mundial no que se refere à transplantação mas não espelham, no entanto, segundo os responsáveis, a falta de recursos humanos e físicos que afecta alguns serviços de transplantação no País.
Em 2010, Portugal registou uma pequena descida na colheita de órgãos, de 2%, descida que segue a tendência internacional, mas que fica acima da registada noutros países europeus.
Depois de uma década de estagnação, os dadores por milhão de habitantes cresceu 64%, de 20 para quase 31 por ano.
O número de doações permitiu, no ano passado, a realização de 573 transplantes renais, por exemplo, número que contribuiu para uma redução de 8,6% nas listas de espera e para contrariar curva descendente iniciada neste indicador, em 2007.
Desde 1980, ano em que os transplantes de rim começaram a ser feitos de forma consistente em Portugal, realizaram-se um total de 9237 transplantes renais. No caso dos transplantes cardíacos, o número é de 558 desde 1986, tendo-se realizado 50 cirurgias no ano passado.
Destacar o amplo trabalho desenvolvido e alertar para a necessidade de investir em mais e melhores serviços nesta área, é o principal objectivo da Sociedade Portuguesa de Transplantação (SPT) e da Novartis ao assinalar o 3º Dia do Transplante, a 20 de julho.
Este ano, as celebrações decorreram no Porto e celebram também os 42 anos da transplantação em Portugal.
A SPT tem, em curso, uma petição para a institucionalização do dia 20 de julho como Dia Nacional do Transplante, disponível em www.spt.pt/peticao . Não se esqueça de assinar e transmitir aos seus amigos!
Fonte: http://tvnet.sapo.pt/noticias/detalhes.php?id=68258
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Já foi publicado o 5º artigo do Criança & Rim na Nefrâmea, revista da APIR. Obrigado ao Filipe Melo pela colaboração.
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Primeiro biológico de uma nova classe terapêutica indicado na rejeição do transplante renal aprovado na Europa
A Bristol-Myers Squibb anunciou que a Comissão Europeia (CE) aprovou uma autorização de introdução no mercado para o belatacept, um novo agente biológico indicado na profilaxia da rejeição do enxerto em doentes adultos que recebem um transplante renal, avança em comunicado de imprensa.
O belatacept é a primeira molécula, com um novo mecanismo de acção, aprovada na última década, para o transplante renal. O belatacept previne a rejeição do enxerto através de uma actuação selectiva no sistema imunitário, o que ajuda a preservar a função renal. A função renal é cada vez mais reconhecida como um factor preditivo chave nos resultados a longo prazo dos receptores de transplantes renais, afectando a sobrevivência do doente e do enxerto.
“Um dos desafios mais importantes no transplante renal, tem sido atingir melhorias sustentadas a longo prazo da função renal”, afirmou o Professor Josep Grinyó do Hospital Universitário de Bellvitge, Espanha. “Nós observamos um declínio progressivo da função renal nos nossos doentes, o que pode causar comorbilidades e perda do enxerto. Com o impacto positivo de belatacept na função renal, esta aprovação representa uma nova opção promissora para os doentes adultos submetidos a um transplante renal.”
Em comparação com a ciclosporina, observaram-se taxas similares de sobrevivência do doente e do enxerto e melhor preservação da função renal a um ano e que se mantêm na análise aos três anos de follow-up.
O perfil global de segurança de belatacept comparável à ciclosporina; taxas mais altas de linfoma pós-transplante, especialmente em doentes soronegativos para o vírus Epstein-Barr (EBV).
Após a aprovação da Comissão Europeia, espera-se que a comercialização do belatacept na União Europeia se inicie nos próximos meses.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/medicamentos/24-06-11/aprovado-na-europa-um-medicamento-para-rejeicao-no-transplante-de-
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Um novo dispositivo implantado por debaixo da pele na perna pode ajudar a evitar infecções, formação de coágulos e o estreitamento de veias decorrentes das sessões de hemodiálise. O aparelho, criado por um grupo de estudantes da Universidade John Hopkins, propiciaria um acesso mais fácil aos vasos sanguíneos do paciente, além de melhorar a higienização local.
As sessões de diálise são feitas por pacientes que perderam as funções dos rins, e precisam passar por um processo de filtração mecânica do sangue para retirar as toxinas que se acumulam. Porém, as maneiras usuais de acesso aos vasos sanguíneos durante a diálise funcionam apenas por pouco tempo. Isso porque é comum que aconteçam infecções locais, formação de coágulos e estreitamento das veias com o passar do tempo.
Baptizado de Hemova Port, o dispositivo criado pelo grupo de estudantes tem duas válvulas e pode ser aberto e fechado pelo técnico da diálise com o uso de uma seringa. O fechamento da válvula, após o fim do procedimento, ajuda a evitar infecções e a formação de coágulos. O dispositivo tem ainda um mecanismo próprio de limpeza, que colabora na redução dos riscos de infecções.
Actualmente, a maior parte dos acessos da diálise é feita pelo braço do paciente ou pelo coração. Com o Hemova, no entanto, o acesso passaria a ser feito pela veia femoral da perna, reduzindo fluxo de sangue elevado que causa o estreitamento das veias quando as máquinas de diálise são conectados a veias e artérias do braço. Essa conexão feita na perna poderia ainda ser usada por um período de tempo mais longo.
O Hemova Port ainda está em fase de testes em animais e só deve começar os testes clínicos em humanos em 2013.
Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/novo-dispositivo-implantado-na-perna-reduz-riscos-da-dialise
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