Cientistas criam rins em ratos com células estaminais

1 de abril de 2008

Cientistas da Universidade de Tóquio anunciaram recentemente que conseguiram gerar rins e pâncreas em ratos mediante células estaminais embrionárias, informou a agência local Kyodo.

Este passo foi dado em ratos modificados para crescer sem esses órgãos, através da injecção de células estaminais embrionárias procedentes de outros ratos.

Os investigadores indicaram que esperam que este avanço possa ser aplicado no futuro em humanos, segundo a Kyodo. As células estaminais têm a capacidade de evoluir e transformar-se em células específicas como ósseas, musculares ou neurónios, segundo os cientistas.

A pesquisa dos cientistas japoneses foi apresentada em Nagóia, durante uma reunião da Sociedade de Medicina Regenerativa do Japão.



Fonte: Diário Digital

Erros clínicos causam três mil mortes em Portugal (indicam estatísticas americanas)

29 de março de 2008

Em Portugal, existem mais mortes associadas a erros médicos do que em acidentes de aviação. Estima-se que, todos os anos, três mil portugueses sejam vítimas de erros médicos, como indicam estatísticas norte-americanas recentemente divulgadas.

Para resolver esta situação, a Associação de Defesa do Consumidor (Deco) revela que um seguro de responsabilidade civil pode ser a solução ideal para quem perde a saúde nos hospitais portugueses.

O bastonário da Ordem dos Médicos, Pedro Nunes, aceita a obrigatoriedade dos seguros de responsabilidade civil, contestando, no entanto, a estimativa que aponta para a morte de três mil portugueses por erros médicos.

Pedro Nunes esclarece que em Portugal não existe um número elevado de vítimas de erros médicos, tal como acontece nos Estados Unidos.

Um dos casos mais divulgados pelos órgãos de comunicação social sobre esta temática remonta a 1993, altura em que um doente foi operado a uma úlcera no Hospital Espírito Santo, em Évora, e ficou com uma pinça no abdómen.

O erro clínico provocou graves complicações ao doente, mas só passados 12 anos o médico que o operou foi julgado.

A Deco pretende uma alteração de paradigma, tal como já acontece nos restantes países europeus, a fim de que os doentes tenham sempre direito a uma indemnização desde que se prove que foram vítimas de erros médicos.


Fonte: Fábrica de conteúdos

Recomendações Pós-Transplante Pediátrico da Sociedade Americana de Transplantação - Vacinas

28 de março de 2008

1. Porque é que o meu filho precisa de vacinas?

As vacinas protegem a criança de contrair doenças graves. Algumas crianças com doenças renais poderão ter falhado alguma vacina, quer por estarem doentes na altura própria de as receber, ou por estarem a tomar medicações que inibem o sistema imunitário. Antes de um transplante, a criança deverá ter as suas vacinas em dia. É conveniente perguntar ao pediatra e à equipa de transplante quais são as vacinas que a criança necessita antes do transplante.

2. Quando se devem reinicar as vacinas após o transplante?

Depois do transplante, o seu filho irá tomar medicamentos que inibem o seu sistema imunitário, o que o impede de responder às vacinas. Pergunte ao médico nefrologista sobre a melhor altura para reiniciar as vacinas após o transplante. Este prazo poderá variar entre 3 e 9 meses sensivelmente, dependendo dos medicamentos que está a tomar.

3. Que vacinas é que o meu filho pode receber depois do transplante?

O seu filho NÃO deverá levar vacinas vivas, tais como:
• Varíola
• Sarampo
• Papeira
• Rubéola
• Poliomielite (vacina oral)
• Varicela (Alguns hospitais optam por permitir esta vacina após o transplante; confirme com o seu médico)

As vacinas que o seu filho PODE levar são as seguintes (mortas):

• Poliomielite (vacina injectável)
• Hepatite B
• Reforço de Tétano / Difteria
• Vacina da Gripe
• Pneumovax (vacina anti-pneumocócica)
• Hepatite A
• Teste de Tuberculina ou Teste de Mantoux (não se trata de uma vacina, mas de um teste para verificar se a criança esteve exposta à Tuberculose).

Confirme sempre com a sua equipa de transplante antes de dar alguma vacina ao seu filho.

4. E se planearmos uma viagem ao estrangeiro?

Se planear uma viagem a um qualquer país estrangeiro que exiga qualquer uma destas vacinas ou outras, desde que de vírus vivos, por favor contacte a equipa do transplante. É conveniente que lhe deêm um relatório que explique a situação do seu filho.

5. E se outras crianças da família forem vacinadas?

Outros membros da família não devem receber também a a vacina oral contra a poliomielite. Apenas é permitida a forma inactiva da vacina. Fale com o médico antes de dar a vacina da varicela a outros membros da família, uma vez que esta é feita de vírus vivos. Não existe perigo se outras crianças da família forem vacinadas contra o sarampo e/ou rubéola.

6. E se na escola houver outras crianças que tenham sido vacinadas com vírus vivos?

Fale com a educadora/professora sobre a situação do seu filho. Pergunte ao médico se o seu filho pode estar junto de outras crianças que tenham tomado a vacina oral da polio ou outras de vírus vivos.

Consulte aqui o Plano Nacional de Vacinação em Portugal.

Fonte: http://a-s-t.org/files/pdf/patient_education/english/AST-EdBroPEDKIDNEY-ENG.pdf

Antibióticos não previnem infecções do tracto urinário em crianças

27 de março de 2008

A administração de antibióticos a crianças que sofrem de infecções recorrentes do tracto urinário não previne o seu aparecimento e pode aumentar o risco de resistência dos doentes a esses medicamentos. Um estudo publicado do “Journal of the American Medical Association” diz mesmo que a toma de antibióticos profiláticos nestas condições aumenta 7,5 vezes o risco de resistência.

Os especialistas são da opinião que os médicos devem esclarecer os pais acerca dos benefícios, mas também das desvantagens, inerentes à utilização de antibióticos para prevenir a infecção urinária recorrente nas crianças, antes de lhes prescreverem o tratamento. Alguns pediatras mostraram-se satisfeitos com a descoberta porque, dizem, poderá acabar por melhorar a prática actual. “É uma óptima notícia para nós porque muitas crianças tomam antibióticos durante demasiado tempo, podendo tornar-se resistentes, o que tem sido um problema crescente”, afirmou Fabienne Wheeler, pediatra no Centro Hospitalar Northern Westchester, em Mount Kisco, Nova Iorque.

Cerca de 3 a 7 por cento das raparigas abaixo dos 6 anos de idade, e 1 a 2 por cento dos rapazes nessa faixa etária, têm a primeira infecção do tracto urinário (ITU) por volta dos 6 anos, o que representa mais de 180 mil crianças todos os anos. A Academia Americana de Pediatria recomenda que, como parte do tratamento e diagnóstico, seja realizado um estudo imagiológico para avaliar a presença e intensidade de refluxo vesico-ureteral, já que 30 a 40 por cento das crianças com ITU apresentam uma alteração nesse refluxo. Caso se confirme a existência desta condição, por norma, é recomendado o tratamento diário com antibióticos numa tentativa de prevenir futuras ITU.

Esta nova investigação sugere que não existem provas suficientes de que a presença de refluxo vesico-ureteral represente um factor de risco das infecções urinárias recorrentes. Para levar a cabo esta pesquisa, os cientistas observaram 611 crianças, menores de seis anos de idade, que já tinham tido a primeira ITU, e 83 crianças que sofriam de infecções urinárias recorrentes. Os resultados deram a conhecer vários factores associados a um aumento de desenvolver infecções urinárias recorrentes, entre os quais o facto de ser caucasiano, que quase duplica a probabilidade; ter entre 3 e 4 anos de idade, o que triplica o risco; ter entre os 4 e os 5 anos, o que duplica 2,5 vezes o risco; ou ter um nível de refluxo vesico-ureteral entre o 4 e o 5, situação que aumenta quatro vezes a probabilidade.

Por sua vez, a ingestão de uma dose preventiva de antibióticos não foi associada a uma diminuição do risco de infecções urinárias recorrentes. Nesse sentido, Patrick H. Conway, o principal responsável pelo estudo, recomenda que os riscos e benefícios dos antibióticos sejam discutidos com as famílias para que estas “decidam se devem ser administrados antibióticos diariamente ou apenas vigiados os sintomas”. Para além disso, o especialista espera que este estudo possa ser tido em conta pela Academia Americana de Pediatria para que esta reveja as suas recomendações.

Fonte: farmacia.com.pt

O nosso Miguelito está prestes a ser transplantado..Força Miguel!!

25 de março de 2008

Surpresa das surpresas o nosso Miguelito, filho da Marta Campos, recebeu esta noite a chamada para ser transplantado. Está neste momento no Hospital de Sta Cruz, e deverá ser transplantado nas próximas horas. Estava já tudo pronto para ser a Marta a doar o seu rim no próximo dia 02/04, mas quis o destino que tal não acontecesse.

Só nos resta fazer uma corrente positiva pelo nosso Miguel.
FORÇA!! Estamos todos a torcer por vós.

Se quiserem seguir todos os passos desta "aventura" vão a:
http://otransplante.blogspot.com/

Imunologistas desenvolveram um método para diminuir a rejeição no pós transplante renal

Um nefrologista descobriu que uma terapia anti-rejeição específica, usando imunoglobulinas de forma intravenosa, pode tornar o transplante possível para pacientes com elevados anticorpos "anti-dador" (hipersensibilizados).

25 a 30% dos pacientes em lista de transplante renal poderiam beneficiar desta terapia. A compatibilidade de tecidos aplica-se a qualquer tipo de transplante de órgãos, mas o risco aumenta significativamente para aqueles com elevada exposição a antigénios recebidos quer por transfusões, quer por transplantes anteriores, ou mesmo pela gravidez.

70.000 Americanos esperam por um transplante de rim. Um terço deles faz diálise porque os seus níveis de anticorpos são demasiado elevados para um transplante. Mas, isso não seria mais um obstáculo para algumas pessoas.

"Eu costumava sentar-me e vomitar" diz uma antiga paciente de diálise Soraya Kohanzadeh.
A diálise é algo que Kohanzadeh preferiria esquecer, mas se ao contar a sua história isso permitir salvar vidas, então vale a pena contá-la.

Kohanzadeh - Tal como muitos pacientes com insuficiência renal - desenvolveu elevados níveis de anticorpos através de transfusões de sangue. O seu sistema imunológico altamente sensibilizado iria muito provavelmente rejeitar qualquer rim.
"Essencialmente, ela teria em diálise uma vida curta e doente, refere a mãe de Kohanzadeh's Joan Lando.

Mas Kohanzadeh não terá de passar mais por isso, graças à terapia com imunoglobulinas intravenosa ou IVIG. O processo funciona da seguinte forma: durante a diálise, é dado sangue aos pacientes contendo uma mistura de imunoglobulinas, que "desligam" a resposta de ataque dos anticorpos "anti-dador", sem suprimir o sistema imunitário do paciente.

Quando alguém se oferece para doar um órgão, existe por norma alguma incompatibilidade. O que estes investigadores dizem, é que podem tratar o paciente e remover estes anticorpos. Depois o transplante já pode ser efectuado.", diz Stanley Jordan, M.D, director de nefrologia no Cedars-Sinai Medical Center em Los Angeles.

Mais de um ano depois da cirurgia, o rim de Lando mantém a filha viva.
"Era chocante para mim pensar que estaria doente para sempre", diz Kohanzadeh.

Através do seu website, esta equipa mãe-filha trabalha no sentido de divulgar uma terapia pouco conhecida e que pode salvar muitos à espera de um rim. Estima-se que cerca de 30% dos pacientes em lista de espera por um transplante renal podem beneficiar desta terapia.

Para aprender mais vá a http://www.sevenluckystars.com/

Ver vídeo (em inglês).

Hospital de S. João do Porto duplicou colheita de rins, figado e pâncreas

19 de março de 2008

O Hospital de S. João do Porto, a unidade de saúde líder na Península Ibérica na colheita de pulmões duplicou, entre 2005 e 2007, a colheita de rins, fígado e pâncreas.

Um resumo da actividade do Gabinete Coordenador de Colheitas de Órgãos e Transplantação do HSJ, a que a Agência Lusa teve ontem acesso, refere que em 2005 foram colhidos 49 rins e que, em 2007, o número aumentou para 102.

Ler notícia.

Sabia que... 2 anos em diálise pagam um transplante

18 de março de 2008

Investigadores da Escola de Medicina da Universidade de Maryland verificaram que são precisos apenas 2.7 anos para recuperar o custo de um transplante, quando comparado com o custo da diálise. Para os pacientes que durante o 1º ano pós-transplante não foram readmitidos no hospital, em apenas 1.7 anos é recuperado o seu custo. Apenas uma década atrás esse prazo era de 3.6 anos.

O estudo incluía 227 pacientes que receberam rins de dador vivo entre Março de 1996 e Dezembro de 1998. Os custos do transplante e da assistência médica no 1º ano após cirurgia rondou em média os 89.939 USD. Após o 1º ano, o custo ascendia em média a 16.043 USD, na sua maioria para a medicação anti-rejeição.

Comparativamente, a diálise custava cerca de 44.000 USD.

A maior parte da poupança dos transplantes advém do menor tempo de hospitalização, bem como da melhoria na terapêutica anti-rejeição, que pode ser tomada oralmente em casa em vez de administrada por via intravenosa em ambiente hospitalar.

" O transplante renal não melhora apenas a qualidade de vida dos pacientes, como também permite poupar recursos no longo prazo", refere Stephen Bartlett, professor de cirurgia e medicina na mesma Universidade.

Este é sem dúvida mais um argumento a favor dos transplantes em detrimento da diálise.

Fonte:
http://jama.ama-assn.org/cgi/content/extract/281/24/2277-a

Referências ao Criança e Rim

17 de março de 2008

Ao fim de um ano, o Criança e Rim continua a divulgar informações, notícias, histórias, experiências e testemunhos entre outros, no sentido de conjugar esforços e promover iniciativas que contribuam para melhorar a qualidade de vida de todas as crianças e jovens portugueses com doenças renais. Ao longo deste ano fomos sendo referência em diversos meios de comunicação, o que muito nos orgulha, pois é um reconhecimento do nosso esforço e trabalho e uma forma de conseguirmos chegar mais próximo de quem realmente pode beneficiar desta iniciativa.
Televisão

  1. RTP
  2. SIC (disponível em breve)
Jornais
  1. Expresso
  2. Jornal 24 Horas
  3. Diário de Notícias
Associações
  1. ADRNP
  2. APIR
  3. Associação Brasileira de Centros de Diálise e Transplantes
Outras publicações
  1. Jornal do Centro
  2. Hospital do Futuro
Sites sobre Saúde
  1. Rede Nacional para os Cuidados Continuados Integrados
  2. Doença Renal Crónica.com
  3. JASFarma
  4. Kidney Corner
  5. Estrelas e Ouriços
  6. Fresenius Medical Care
Blogs sobre Saúde
  1. Blog Nefroped
  2. Blog Hemodiálise
  3. Blog Cuide dos seus Rins!
  4. Blog Raríssimas
  5. Planeamento de uma Gravidez
  6. Enfermagem UTI
Outros Blogs
  1. Blog Maria Pudim
  2. Blog Carlota na Net
  3. Blog Madeira, minha Vida
  4. Blog O Cantinho dos Números
  5. Blog Violada mas não vencida
  6. Blog Nini Forever
  7. Blog Letra Jota
  8. Blog Lua Quase Nova
  9. Blog Obradoiro Edublogs
  10. Blog A Médica Frustrada
  11. Blog Uninteresting Life
  12. Blog Disto e Daquilo
  13. Blog Debemcomavida
  14. Blog Ao pé do Ouvido...
  15. Blog Nós todos somos um!
  16. Blog Kellykelinha
  17. Blog Correio da Lapa
  18. Blog Baía das Artes
  19. Blog Sistema Renal

O Dia Mundial do Rim nas notícias!

15 de março de 2008

1. Correio da Manhã - Saúde: Dia Mundial do Rim foi assinalado em Coimbra

2. Público - Dia Mundial do Rim: Pessoas saudáveis só precisam beber água quando sentem sede, diz especialista

3. O Primeiro de Janeiro - Catorze mil doentes em Portugal

4. Jornal de Notícias

  • Sensibilização para as doenças renais (ler)
  • Vítor Baía distingue pais que doaram rins (ler)

5. O Setubalense - Praça do Bocage recebe campanha

6. Jornal da Região (Amadora) - Dia Mundial do Rim

7. JornalismoPortoNet - Portugal em quarto lugar no transplante de rins

8. Rádio Clube Português - Hoje é o Dia Mundial do Rim

9. Antena 1 - Especialistas alertam para a importância da prevenção das doenças renais no "Dia Mundial do Rim"

10. Fábrica de Conteúdos - Estado gasta 250 milhões de euros em hemodiálise

11. Farmacia.com.pt - Tabagismo é o principal factor de risco no cancro do rim

12. JASFarma

  • Dia Mundial do Rim (ler)
  • A.D.R.N.P. assinala o Dia Mundial do Rim (ler)

13. Sapo Saúde - Um em cada dez portugueses sofre de doença renal crónica

14. Notícias da Manhã - Doenças renais explicadas em iniciativa

15. Hospital do Futuro - Sensibilizar para as doenças renais

16. Câmara Municipal de Oeiras - Dia Mundial do Rim

Ideias para passar o seu Dia Mundial do Rim!

13 de março de 2008



1. Conheça, em primeira mão, o novo site do Criança e Rim!

http://www.criancaerim.org/

2. Assista em directo ao programa Fátima, da SIC, entre as 11:30 e as 12:00. Iremos estar presentes para apresentar o nosso projecto, falar dos nossos filhos e dar voz às famílias que lidam com as doenças renais:

http://sic.sapo.pt/online/scripts/2007/videopopup.aspx?directo=SIC
(emissão em directo)

3. Adira a uma das iniciativas que se vão realizar no nosso país para assinalar este dia:

http://blogcriancaerim.blogspot.com/2008/03/dia-mundial-do-rim-iniciativas-em.html

4. Conheça o site da Sociedade Portuguesa de Nefrologia dedicado a este dia:

http://spnefro.pt/dia_mundial_do_rim_2007/diamundialrim.htm

5. Conheça o site oficial do World Kidney Day:

http://www.worldkidneyday.org/

6. Envie um postal virtual aos seus amigos:

http://www.worldkidneyday.org/eCard/eCard.php

Dia Mundial do Rim - Iniciativas em Portugal

12 de março de 2008

A Federação Internacional das Sociedades Nefrológicas e a Sociedade Internacional de Nefrologia proclamaram a segunda quinta-feira do mês de Março "Dia Mundial do Rim", com o objectivo de alertar para o grave problema de saúde pública que a doença renal crónica constitui em todo o mundo. Este ano celebra-se a 13 de Março.

1. PORTO (Matosinhos)
Doação de Órgãos: Acto de Amor e Solidariedade
Organização: Associação dos Doentes Renais do Norte de Portugal
Local: Irmandade Stª. Casa da Misericórdia do Bom Jesus de Matosinhos – Av. D. Afonso Henriques (Adro da Igreja)
Horário: 15 horas
Entrada Livre
Participantes: Dr. José Maximino (Nefrologista), Dr.ª Sónia Magalhães (Assistente Social), Dr.ª Inês Saraiva (Nutricionista) e Enfª. Chefe D. Maria dos Santos.


Hospede inúmeras fotos no slide.com GRÁTIS!

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“A Prevenção é o melhor remédio”
No dia 13 de Março, a Associação Portuguesa de Insuficientes Renais (APIR), em colaboração com a Sociedade Portuguesa de Nefrologia (SPN), assinalam o Dia Mundial do Rim com uma iniciativa destinada aos mais novos. Esta iniciativa tem como objectivo divulgar, de uma forma simples e acessível, a importância dos rins e os seus cuidados essenciais para prevenir a doença renal (alimentação saudável, exercício físico, etc.). A iniciativa decorrerá durante todo o dia no Centro Comercial Alegro de Alfragide, e consistirá na divulgação de mensagens relacionadas com o rim, através de plasma, distribuição de folhetos/brochuras e assistência de profissionais de saúde para esclarecimento de questões. Para incentivar a participação dos mais novos, vai realizar-se um concurso de desenho alusivo ao tema.

Prevenção e sensibilização para as doenças renais
Uma campanha de sensibilização e de prevenção para as doenças renais realiza-se a 13 de Março, Dia Mundial do Rim, na Praça de Bocage. Esta acção destinada a toda a população, que pretende assinalar a efeméride, é promovida pela delegação de Setúbal da Associação Portuguesa de Insuficientes Renais. Balões e folhetos explicativos sobre a doença renal são distribuídos ao longo do dia.
A Sociedade Portuguesa de Nefrologia organiza um seminário para profissionais de saúde sobre a forma de avaliar a função e as doenças renais.

A prevenção como melhor tratamento

11 de março de 2008

A três dias de se assinalar o Dia Mundial do Rim, o jornal «O Setubalense» falou com o presidente da Sociedade Portuguesa de Nefrologia, Dr. José Vinhas, que alertou para a necessidade do rastreio precoce desta doença silenciosa que afecta dez por cento da população mundial, número que tende a aumentar.


Ler artigo.

Vitórias da Medicina - DN de 23/2

8 de março de 2008

No passado dia 23 de Fevereiro saiu uma reportagem intitulada Vitórias da Medicina na revista que acompanha o Diário de Notícias de sábado. Diz o título de capa: "O transplante de rim entre marido e mulher foi a mais recente conquista da cirurgia portuguesa, uma história de sucesso graças a pioneiros como Décio Ferreira, que realizou transplantes de coração com êxito antes do mundialmente famoso Dr. Barnard."

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(depois de clicar em cada imagem, carregue em "VIEW FULL-SIZE")

(obrigado à Susana Carinhas pela dica!)

Recomendações Pós-Transplante Pediátrico da Sociedade Americana de Transplantação - Actividades desportivas

7 de março de 2008

Que desportos pode o meu filho praticar depois do Transplante?

Use o bom senso quando escolher uma actividade desportiva para o seu filho.
A lista abaixo pode ser utilizada como um guia. De um modo geral os exercícios aeróbicos são bons para crianças com um transplante renal. Obviamente que ninguém pode garantir que qualquer uma destas actividades são totalmente isentas de riscos e que não irão lesionar o novo rim. Discuta este assunto com a equipa de transplante. Será uma boa ideia utilizar uma protecção para o rim no caso de existir alguma probabilidade do rim ser lesionado.

Desportos a ser evitados

Raguebi
Futebol Americano
Karaté, Judo, artes marciais
Hóquei no gelo
Trampolim
Wrestling
Boxe
Ski (descida)
Saltos em altura
Snowboarding
Ginástica acrobática

Desportos a ser encorajados

Hóquei no campo
Corrida
Salto à corda
Basquetebol
Natação, canoagem, remo
Levantamento de pesos
Voleibol
Patinagem
Aeróbica
Ciclismo
Ténis
Tenis de mesa
Passeios a cavalo
Futebol
Badminton
Golfe

Fonte: http://a-s-t.org/files/pdf/patient_education/english/AST-EdBroPEDKIDNEY-ENG.pdf

Programa RTP - Sociedade Civil

6 de março de 2008

Definitivamente, tem havido um interesse crescente da Comunicação Social relativamente à questão dos transplantes, bem como das doenças renais.

Poucos dias depois da realização de um programa dedicado à insuficiência renal, o programa Sociedade Civil, da RTP 2, decidiu abordar o tema dos Transplantes em Portugal:


"Faltam órgãos em Portugal – foi o apelo lançado no início dos anos 80 pela Autoridade para os Serviços de Sangue e Transplantação. De forma a aumentar o número de transplantes, o Estado criou um subsídio de incentivo para os médicos. Medida que se traduziu num aumento de transplantes: só no ano passado fizeram-se 1.330, mais 20% que em 2006. O reverso da medalha dos incentivos é um modelo que rende aos profissionais de saúde milhões de euros por ano – há médicos que chegam a ganhar 30 mil euros líquidos por mês. Estes incentivos retiram verbas a outros sectores da Saúde?"


Ver vídeo.

O Hospital Santa Maria realizou 5 transplantes renais pediátricos em menos de um mês

4 de março de 2008

O Hospital de Santa Maria em Lisboa realizou, num curtíssimo espaço de tempo (pouco mais de 15 dias), uma verdadeira maratona de transplantes renais pediátricos.

É sem dúvida um exemplo a louvar, verdadeiramente encorajador e o qual não poderíamos deixar passar despercebido.

Dos cinco transplantes realizados entre 30/01 e 18/02, quatro foram de dador cadáver e um de dador vivo.

A toda a equipa de nefrologia pediátrica do HSM deixamos os nossos sinceros parabéns e desejamos a todas estas crianças uma excelente recuperação.

Quando o chichi aparece fora de horas

A enurese nocturna define-se como uma micção involuntária durante o sono. Tem muitas vezes uma natureza familiar (genética) e, na grande maioria dos casos, desaparece espontaneamente com o tempo. “Existe história familiar de enurese nocturna em 60-70% de crianças com enurese”, diz-nos o Dr. João Luís Barreira, especialista em enurese e pediatra do Hospital de São João, no Porto. Ou seja, os filhos dos pais que sofreram de enurese na infância têm uma probabilidade muito aumentada de também vir a ter. “Apesar de se tratar de um sintoma geralmente benigno, é responsável por problemas emocionais e sociais na criança e na sua família.”

Ler artigo completo.

(obrigado à Prof. Helena Jardim por nos indicar este artigo!)

Imunossupressão pós-transplante renal em crianças

3 de março de 2008

O transplante renal (TR) é a melhor forma de tratamento da doença renal terminal na infância e os resultados actuais de sobrevida de pacientes e enxertos indicam que essa forma de tratamento deve ser encorajada, mesmo em crianças pequenas. A partir da idade de 6-8
meses de vida e/ou peso de 7-8 kg, os resultados do TR em crianças permitem relativo optimismo.


A recente publicação do Registo Norte Americano de TR pediátricos mostra sobrevida de enxerto (3 anos) de 83% em TR com dador vivo e 66% com dador cadáver, respectivamente. Além disso, o mesmo estudo revela que o prognóstico do TR em crianças tem melhorado
com o passar dos anos.


O artigo que sugerimos hoje visa destacar os aspectos mais importantes dos esquemas de imunossupressão actualmente utilizados após TR em crianças e apontar novas drogas com potencial de utilização futura.


Ler artigo (em Português), de Paulo Nogueira e Paula Machado (Setor de Nefrologia Pediátrica e Setor de Transplante Renal da Universidade Federal de São Paulo)

Novas regras de facturação em hemodiálise

1 de março de 2008

Na sequência do post de 22/2, em que dávamos conta da preocupação dos doentes insuficientes renais sujeitos a hemodiálise quanto às novas regras de facturação das clínicas onde realizam os seus tratamentos (ver vídeo), surgiu ontem um esclarecimento da Direcção-Geral de Saúde, que visa resolver estas dúvidas.

Ler notícia.