O nosso Miguelito está prestes a ser transplantado..Força Miguel!!

25 de março de 2008

Surpresa das surpresas o nosso Miguelito, filho da Marta Campos, recebeu esta noite a chamada para ser transplantado. Está neste momento no Hospital de Sta Cruz, e deverá ser transplantado nas próximas horas. Estava já tudo pronto para ser a Marta a doar o seu rim no próximo dia 02/04, mas quis o destino que tal não acontecesse.

Só nos resta fazer uma corrente positiva pelo nosso Miguel.
FORÇA!! Estamos todos a torcer por vós.

Se quiserem seguir todos os passos desta "aventura" vão a:
http://otransplante.blogspot.com/

Imunologistas desenvolveram um método para diminuir a rejeição no pós transplante renal

Um nefrologista descobriu que uma terapia anti-rejeição específica, usando imunoglobulinas de forma intravenosa, pode tornar o transplante possível para pacientes com elevados anticorpos "anti-dador" (hipersensibilizados).

25 a 30% dos pacientes em lista de transplante renal poderiam beneficiar desta terapia. A compatibilidade de tecidos aplica-se a qualquer tipo de transplante de órgãos, mas o risco aumenta significativamente para aqueles com elevada exposição a antigénios recebidos quer por transfusões, quer por transplantes anteriores, ou mesmo pela gravidez.

70.000 Americanos esperam por um transplante de rim. Um terço deles faz diálise porque os seus níveis de anticorpos são demasiado elevados para um transplante. Mas, isso não seria mais um obstáculo para algumas pessoas.

"Eu costumava sentar-me e vomitar" diz uma antiga paciente de diálise Soraya Kohanzadeh.
A diálise é algo que Kohanzadeh preferiria esquecer, mas se ao contar a sua história isso permitir salvar vidas, então vale a pena contá-la.

Kohanzadeh - Tal como muitos pacientes com insuficiência renal - desenvolveu elevados níveis de anticorpos através de transfusões de sangue. O seu sistema imunológico altamente sensibilizado iria muito provavelmente rejeitar qualquer rim.
"Essencialmente, ela teria em diálise uma vida curta e doente, refere a mãe de Kohanzadeh's Joan Lando.

Mas Kohanzadeh não terá de passar mais por isso, graças à terapia com imunoglobulinas intravenosa ou IVIG. O processo funciona da seguinte forma: durante a diálise, é dado sangue aos pacientes contendo uma mistura de imunoglobulinas, que "desligam" a resposta de ataque dos anticorpos "anti-dador", sem suprimir o sistema imunitário do paciente.

Quando alguém se oferece para doar um órgão, existe por norma alguma incompatibilidade. O que estes investigadores dizem, é que podem tratar o paciente e remover estes anticorpos. Depois o transplante já pode ser efectuado.", diz Stanley Jordan, M.D, director de nefrologia no Cedars-Sinai Medical Center em Los Angeles.

Mais de um ano depois da cirurgia, o rim de Lando mantém a filha viva.
"Era chocante para mim pensar que estaria doente para sempre", diz Kohanzadeh.

Através do seu website, esta equipa mãe-filha trabalha no sentido de divulgar uma terapia pouco conhecida e que pode salvar muitos à espera de um rim. Estima-se que cerca de 30% dos pacientes em lista de espera por um transplante renal podem beneficiar desta terapia.

Para aprender mais vá a http://www.sevenluckystars.com/

Ver vídeo (em inglês).

Hospital de S. João do Porto duplicou colheita de rins, figado e pâncreas

19 de março de 2008

O Hospital de S. João do Porto, a unidade de saúde líder na Península Ibérica na colheita de pulmões duplicou, entre 2005 e 2007, a colheita de rins, fígado e pâncreas.

Um resumo da actividade do Gabinete Coordenador de Colheitas de Órgãos e Transplantação do HSJ, a que a Agência Lusa teve ontem acesso, refere que em 2005 foram colhidos 49 rins e que, em 2007, o número aumentou para 102.

Ler notícia.

Sabia que... 2 anos em diálise pagam um transplante

18 de março de 2008

Investigadores da Escola de Medicina da Universidade de Maryland verificaram que são precisos apenas 2.7 anos para recuperar o custo de um transplante, quando comparado com o custo da diálise. Para os pacientes que durante o 1º ano pós-transplante não foram readmitidos no hospital, em apenas 1.7 anos é recuperado o seu custo. Apenas uma década atrás esse prazo era de 3.6 anos.

O estudo incluía 227 pacientes que receberam rins de dador vivo entre Março de 1996 e Dezembro de 1998. Os custos do transplante e da assistência médica no 1º ano após cirurgia rondou em média os 89.939 USD. Após o 1º ano, o custo ascendia em média a 16.043 USD, na sua maioria para a medicação anti-rejeição.

Comparativamente, a diálise custava cerca de 44.000 USD.

A maior parte da poupança dos transplantes advém do menor tempo de hospitalização, bem como da melhoria na terapêutica anti-rejeição, que pode ser tomada oralmente em casa em vez de administrada por via intravenosa em ambiente hospitalar.

" O transplante renal não melhora apenas a qualidade de vida dos pacientes, como também permite poupar recursos no longo prazo", refere Stephen Bartlett, professor de cirurgia e medicina na mesma Universidade.

Este é sem dúvida mais um argumento a favor dos transplantes em detrimento da diálise.

Fonte:
http://jama.ama-assn.org/cgi/content/extract/281/24/2277-a

Referências ao Criança e Rim

17 de março de 2008

Ao fim de um ano, o Criança e Rim continua a divulgar informações, notícias, histórias, experiências e testemunhos entre outros, no sentido de conjugar esforços e promover iniciativas que contribuam para melhorar a qualidade de vida de todas as crianças e jovens portugueses com doenças renais. Ao longo deste ano fomos sendo referência em diversos meios de comunicação, o que muito nos orgulha, pois é um reconhecimento do nosso esforço e trabalho e uma forma de conseguirmos chegar mais próximo de quem realmente pode beneficiar desta iniciativa.
Televisão

  1. RTP
  2. SIC (disponível em breve)
Jornais
  1. Expresso
  2. Jornal 24 Horas
  3. Diário de Notícias
Associações
  1. ADRNP
  2. APIR
  3. Associação Brasileira de Centros de Diálise e Transplantes
Outras publicações
  1. Jornal do Centro
  2. Hospital do Futuro
Sites sobre Saúde
  1. Rede Nacional para os Cuidados Continuados Integrados
  2. Doença Renal Crónica.com
  3. JASFarma
  4. Kidney Corner
  5. Estrelas e Ouriços
  6. Fresenius Medical Care
Blogs sobre Saúde
  1. Blog Nefroped
  2. Blog Hemodiálise
  3. Blog Cuide dos seus Rins!
  4. Blog Raríssimas
  5. Planeamento de uma Gravidez
  6. Enfermagem UTI
Outros Blogs
  1. Blog Maria Pudim
  2. Blog Carlota na Net
  3. Blog Madeira, minha Vida
  4. Blog O Cantinho dos Números
  5. Blog Violada mas não vencida
  6. Blog Nini Forever
  7. Blog Letra Jota
  8. Blog Lua Quase Nova
  9. Blog Obradoiro Edublogs
  10. Blog A Médica Frustrada
  11. Blog Uninteresting Life
  12. Blog Disto e Daquilo
  13. Blog Debemcomavida
  14. Blog Ao pé do Ouvido...
  15. Blog Nós todos somos um!
  16. Blog Kellykelinha
  17. Blog Correio da Lapa
  18. Blog Baía das Artes
  19. Blog Sistema Renal

O Dia Mundial do Rim nas notícias!

15 de março de 2008

1. Correio da Manhã - Saúde: Dia Mundial do Rim foi assinalado em Coimbra

2. Público - Dia Mundial do Rim: Pessoas saudáveis só precisam beber água quando sentem sede, diz especialista

3. O Primeiro de Janeiro - Catorze mil doentes em Portugal

4. Jornal de Notícias

  • Sensibilização para as doenças renais (ler)
  • Vítor Baía distingue pais que doaram rins (ler)

5. O Setubalense - Praça do Bocage recebe campanha

6. Jornal da Região (Amadora) - Dia Mundial do Rim

7. JornalismoPortoNet - Portugal em quarto lugar no transplante de rins

8. Rádio Clube Português - Hoje é o Dia Mundial do Rim

9. Antena 1 - Especialistas alertam para a importância da prevenção das doenças renais no "Dia Mundial do Rim"

10. Fábrica de Conteúdos - Estado gasta 250 milhões de euros em hemodiálise

11. Farmacia.com.pt - Tabagismo é o principal factor de risco no cancro do rim

12. JASFarma

  • Dia Mundial do Rim (ler)
  • A.D.R.N.P. assinala o Dia Mundial do Rim (ler)

13. Sapo Saúde - Um em cada dez portugueses sofre de doença renal crónica

14. Notícias da Manhã - Doenças renais explicadas em iniciativa

15. Hospital do Futuro - Sensibilizar para as doenças renais

16. Câmara Municipal de Oeiras - Dia Mundial do Rim

Ideias para passar o seu Dia Mundial do Rim!

13 de março de 2008



1. Conheça, em primeira mão, o novo site do Criança e Rim!

http://www.criancaerim.org/

2. Assista em directo ao programa Fátima, da SIC, entre as 11:30 e as 12:00. Iremos estar presentes para apresentar o nosso projecto, falar dos nossos filhos e dar voz às famílias que lidam com as doenças renais:

http://sic.sapo.pt/online/scripts/2007/videopopup.aspx?directo=SIC
(emissão em directo)

3. Adira a uma das iniciativas que se vão realizar no nosso país para assinalar este dia:

http://blogcriancaerim.blogspot.com/2008/03/dia-mundial-do-rim-iniciativas-em.html

4. Conheça o site da Sociedade Portuguesa de Nefrologia dedicado a este dia:

http://spnefro.pt/dia_mundial_do_rim_2007/diamundialrim.htm

5. Conheça o site oficial do World Kidney Day:

http://www.worldkidneyday.org/

6. Envie um postal virtual aos seus amigos:

http://www.worldkidneyday.org/eCard/eCard.php

Dia Mundial do Rim - Iniciativas em Portugal

12 de março de 2008

A Federação Internacional das Sociedades Nefrológicas e a Sociedade Internacional de Nefrologia proclamaram a segunda quinta-feira do mês de Março "Dia Mundial do Rim", com o objectivo de alertar para o grave problema de saúde pública que a doença renal crónica constitui em todo o mundo. Este ano celebra-se a 13 de Março.

1. PORTO (Matosinhos)
Doação de Órgãos: Acto de Amor e Solidariedade
Organização: Associação dos Doentes Renais do Norte de Portugal
Local: Irmandade Stª. Casa da Misericórdia do Bom Jesus de Matosinhos – Av. D. Afonso Henriques (Adro da Igreja)
Horário: 15 horas
Entrada Livre
Participantes: Dr. José Maximino (Nefrologista), Dr.ª Sónia Magalhães (Assistente Social), Dr.ª Inês Saraiva (Nutricionista) e Enfª. Chefe D. Maria dos Santos.


Hospede inúmeras fotos no slide.com GRÁTIS!

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“A Prevenção é o melhor remédio”
No dia 13 de Março, a Associação Portuguesa de Insuficientes Renais (APIR), em colaboração com a Sociedade Portuguesa de Nefrologia (SPN), assinalam o Dia Mundial do Rim com uma iniciativa destinada aos mais novos. Esta iniciativa tem como objectivo divulgar, de uma forma simples e acessível, a importância dos rins e os seus cuidados essenciais para prevenir a doença renal (alimentação saudável, exercício físico, etc.). A iniciativa decorrerá durante todo o dia no Centro Comercial Alegro de Alfragide, e consistirá na divulgação de mensagens relacionadas com o rim, através de plasma, distribuição de folhetos/brochuras e assistência de profissionais de saúde para esclarecimento de questões. Para incentivar a participação dos mais novos, vai realizar-se um concurso de desenho alusivo ao tema.

Prevenção e sensibilização para as doenças renais
Uma campanha de sensibilização e de prevenção para as doenças renais realiza-se a 13 de Março, Dia Mundial do Rim, na Praça de Bocage. Esta acção destinada a toda a população, que pretende assinalar a efeméride, é promovida pela delegação de Setúbal da Associação Portuguesa de Insuficientes Renais. Balões e folhetos explicativos sobre a doença renal são distribuídos ao longo do dia.
A Sociedade Portuguesa de Nefrologia organiza um seminário para profissionais de saúde sobre a forma de avaliar a função e as doenças renais.

A prevenção como melhor tratamento

11 de março de 2008

A três dias de se assinalar o Dia Mundial do Rim, o jornal «O Setubalense» falou com o presidente da Sociedade Portuguesa de Nefrologia, Dr. José Vinhas, que alertou para a necessidade do rastreio precoce desta doença silenciosa que afecta dez por cento da população mundial, número que tende a aumentar.


Ler artigo.

Vitórias da Medicina - DN de 23/2

8 de março de 2008

No passado dia 23 de Fevereiro saiu uma reportagem intitulada Vitórias da Medicina na revista que acompanha o Diário de Notícias de sábado. Diz o título de capa: "O transplante de rim entre marido e mulher foi a mais recente conquista da cirurgia portuguesa, uma história de sucesso graças a pioneiros como Décio Ferreira, que realizou transplantes de coração com êxito antes do mundialmente famoso Dr. Barnard."

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(depois de clicar em cada imagem, carregue em "VIEW FULL-SIZE")

(obrigado à Susana Carinhas pela dica!)

Recomendações Pós-Transplante Pediátrico da Sociedade Americana de Transplantação - Actividades desportivas

7 de março de 2008

Que desportos pode o meu filho praticar depois do Transplante?

Use o bom senso quando escolher uma actividade desportiva para o seu filho.
A lista abaixo pode ser utilizada como um guia. De um modo geral os exercícios aeróbicos são bons para crianças com um transplante renal. Obviamente que ninguém pode garantir que qualquer uma destas actividades são totalmente isentas de riscos e que não irão lesionar o novo rim. Discuta este assunto com a equipa de transplante. Será uma boa ideia utilizar uma protecção para o rim no caso de existir alguma probabilidade do rim ser lesionado.

Desportos a ser evitados

Raguebi
Futebol Americano
Karaté, Judo, artes marciais
Hóquei no gelo
Trampolim
Wrestling
Boxe
Ski (descida)
Saltos em altura
Snowboarding
Ginástica acrobática

Desportos a ser encorajados

Hóquei no campo
Corrida
Salto à corda
Basquetebol
Natação, canoagem, remo
Levantamento de pesos
Voleibol
Patinagem
Aeróbica
Ciclismo
Ténis
Tenis de mesa
Passeios a cavalo
Futebol
Badminton
Golfe

Fonte: http://a-s-t.org/files/pdf/patient_education/english/AST-EdBroPEDKIDNEY-ENG.pdf

Programa RTP - Sociedade Civil

6 de março de 2008

Definitivamente, tem havido um interesse crescente da Comunicação Social relativamente à questão dos transplantes, bem como das doenças renais.

Poucos dias depois da realização de um programa dedicado à insuficiência renal, o programa Sociedade Civil, da RTP 2, decidiu abordar o tema dos Transplantes em Portugal:


"Faltam órgãos em Portugal – foi o apelo lançado no início dos anos 80 pela Autoridade para os Serviços de Sangue e Transplantação. De forma a aumentar o número de transplantes, o Estado criou um subsídio de incentivo para os médicos. Medida que se traduziu num aumento de transplantes: só no ano passado fizeram-se 1.330, mais 20% que em 2006. O reverso da medalha dos incentivos é um modelo que rende aos profissionais de saúde milhões de euros por ano – há médicos que chegam a ganhar 30 mil euros líquidos por mês. Estes incentivos retiram verbas a outros sectores da Saúde?"


Ver vídeo.

O Hospital Santa Maria realizou 5 transplantes renais pediátricos em menos de um mês

4 de março de 2008

O Hospital de Santa Maria em Lisboa realizou, num curtíssimo espaço de tempo (pouco mais de 15 dias), uma verdadeira maratona de transplantes renais pediátricos.

É sem dúvida um exemplo a louvar, verdadeiramente encorajador e o qual não poderíamos deixar passar despercebido.

Dos cinco transplantes realizados entre 30/01 e 18/02, quatro foram de dador cadáver e um de dador vivo.

A toda a equipa de nefrologia pediátrica do HSM deixamos os nossos sinceros parabéns e desejamos a todas estas crianças uma excelente recuperação.

Quando o chichi aparece fora de horas

A enurese nocturna define-se como uma micção involuntária durante o sono. Tem muitas vezes uma natureza familiar (genética) e, na grande maioria dos casos, desaparece espontaneamente com o tempo. “Existe história familiar de enurese nocturna em 60-70% de crianças com enurese”, diz-nos o Dr. João Luís Barreira, especialista em enurese e pediatra do Hospital de São João, no Porto. Ou seja, os filhos dos pais que sofreram de enurese na infância têm uma probabilidade muito aumentada de também vir a ter. “Apesar de se tratar de um sintoma geralmente benigno, é responsável por problemas emocionais e sociais na criança e na sua família.”

Ler artigo completo.

(obrigado à Prof. Helena Jardim por nos indicar este artigo!)

Imunossupressão pós-transplante renal em crianças

3 de março de 2008

O transplante renal (TR) é a melhor forma de tratamento da doença renal terminal na infância e os resultados actuais de sobrevida de pacientes e enxertos indicam que essa forma de tratamento deve ser encorajada, mesmo em crianças pequenas. A partir da idade de 6-8
meses de vida e/ou peso de 7-8 kg, os resultados do TR em crianças permitem relativo optimismo.


A recente publicação do Registo Norte Americano de TR pediátricos mostra sobrevida de enxerto (3 anos) de 83% em TR com dador vivo e 66% com dador cadáver, respectivamente. Além disso, o mesmo estudo revela que o prognóstico do TR em crianças tem melhorado
com o passar dos anos.


O artigo que sugerimos hoje visa destacar os aspectos mais importantes dos esquemas de imunossupressão actualmente utilizados após TR em crianças e apontar novas drogas com potencial de utilização futura.


Ler artigo (em Português), de Paulo Nogueira e Paula Machado (Setor de Nefrologia Pediátrica e Setor de Transplante Renal da Universidade Federal de São Paulo)

Novas regras de facturação em hemodiálise

1 de março de 2008

Na sequência do post de 22/2, em que dávamos conta da preocupação dos doentes insuficientes renais sujeitos a hemodiálise quanto às novas regras de facturação das clínicas onde realizam os seus tratamentos (ver vídeo), surgiu ontem um esclarecimento da Direcção-Geral de Saúde, que visa resolver estas dúvidas.

Ler notícia.

Recomendações Pós-Transplante Pediátrico da Sociedade Americana de Transplantação - A Escola

29 de fevereiro de 2008

Na sequência da anterior tradução da brochura relativa aos cuidados pós-transplante, iniciamos hoje a tradução de uma outra brochura da Sociedade Americana de Transplantação, dedicada exclusivamente ao transplante pediátrico.
O tema de hoje é "A escola"
1. Quando é que o meu filho pode regressar à escola depois do transplante?
A maioria das crianças pode voltar à escola 6 semanas depois do seu transplante. É aconselhável que confirme com o seu médico, pois podem existir razões que atrasem este regresso.
2. Terei que contratar um professor em casa?
Poderá ter que recorrer a um tutor/explicador/professor, se a criança perder longos períodos de aulas. Mas a frequência regular da escola é uma parte importante do seu desenvolvimento global. Se não se sente confortável em mandar o seu filho para a escola, por razões de saúde ou outras, aconselhe-se com a equipa médica.
3. O meu filho pode participar nas actividades escolares?
Na escola, as crianças transplantadas deverão participar o mais possível nas actividades escolares. Existem poucos limites às actividades físicas.

Os temas a abordar nas próximas semanas serão os seguintes:
  1. A escola
  2. Actividades desportivas
  3. Vacinas
  4. Cuidados com os dentes
  5. Cuidados com os olhos
  6. Cuidados com a pele
  7. Nutrição e dieta (parte 1 e 2)
  8. Crescimento
  9. Cumprimento das prescrições médicas
Fonte: http://a-s-t.org/files/pdf/patient_education/english/AST-EdBroPEDKIDNEY-ENG.pdf

Pergunta JÁ COM Resposta: novo site da ASST

27 de fevereiro de 2008

Na sequência do nosso post de 11/2, é com satisfação que verificamos que o site da ASST já está conforme a nova lei no que diz respeito aos transplantes com dadores vivos:

http://www.asst.min-saude.pt/transplantacao/perguntasfrequentes/Paginas/dadorvivo.aspx

Quem pode doar órgãos em vida?
A nova lei (Lei n.º 22/2007, de 29 de Junho) permite que qualquer pessoa, como cônjuges ou amigos, seja dador de órgãos em vida, independentemente de haver relação de consanguinidade. A anterior lei (Lei 12/93, de 22 de Abril) apenas previa a doação de órgãos entre familiares até ao 3.º grau.

Eduardo Barroso demite-se

25 de fevereiro de 2008

Na sequência das notícias publicadas nas últimas semanas sobre os incentivos supostamente pagos aos médicos da área da Transplantação, Eduardo Barroso informou hoje publicamente que se demitiu da presidência da Autoridade para os Serviços de Sangue e da Transplantação.

Ler notícia.

Ver vídeo.

O papel dos rins no desenvolvimento fetal

O líquido amniótico envolve o feto no saco amniótico, desempenhando algumas funções importantes:

  • permite o crescimento externo simétrico do embrião;

  • age como uma barreira contra infecções;

  • impede a aderência entre o embrião e o saco amniótico;

  • protege o embrião de traumatismos sofridos pela mãe;

  • ajuda a controlar a temperatura corporal do embrião;

  • permite que o feto se mova livremente, contribuindo assim para o desenvolvimento muscular;

  • funciona como uma reserva de nutrientes e de líquidos do bebé;

  • permite que o bebé se mova e respire;

  • ajuda no desenvolvimento dos sistemas respiratório, digestivo e músculo-esquelético.

    • Durante as primeiras 14 semanas de gestação, o líquido flui desde o sistema circulatório da mãe para o saco amniótico.

      No início do segundo trimestre de gravidez, o bebé começa a engolir o líquido, enviando-o para os rins e excretando-o sob a forma de urina, e voltando a engoli-la novamente, reciclando todo o volume de líquido amniótico em algumas horas. No entanto, esta urina não é a urina que é produzida depois do nascimento. Na realidade, a maior parte dos desperdícios do bebé são transportados através da placenta para o sistema circulatório da mãe e são filtrados pelos rins dela.

      O débito urinário na 20ª semana é de 5 ml/h (120 ml/dia), chegando a 51 ml/h (1224 ml/dia) no fim da gravidez.

      O que pode causar uma redução do volume de líquido amniótico? Existem várias razões, entre elas:

      • ruptura das membranas;

      • problemas com a placenta: se a placenta deixar de produzir nutrientes suficientes para alimentar o bebé, ele poderá deixar de reciclar líquidos, o que irá reduzir o volume de líquido amniótico;

      • distúrbios alimentares;

      • malformações fetais: se o bebé tiver uma anomalia do sistema urinário (agenesia renal, rins poliquísticos ou uma lesão obstrutiva, como válvulas da uretra posterior), pode deixar de produzir urina suficiente para manter os níveis de líquido amniótico.

      Da mesma forma, um volume excessivo de líquido amniótico também pode ter diversas origens:

      • gravidez gemelar, com transfusão feto-fetal (implica um volume aumentado de líquido no gémeo receptor e um volume diminuído no gémeo doador);

      • malformações fetais: atrésia do esófago, agenesia da traqueia, atrésia do duodeno e outras atrésias intestinais; anomalias do sistema nervoso central e doenças neuromusculares que causam perturbações no engolir; anomalias congénitas do ritmo cardíaco; diabetes mellitus tipo 2 da mãe; anomalias cromossómicas, como trissomia 21, trissomia 18 ou trissomia 13.

      • Síndrome de aquinésia fetal, com ausência da capacidade de engolir.

      Fontes: