"A infância é um país sagrado, um sítio que não se repete"
19 de fevereiro de 2008
Então hoje proponho que não pensem em rins mas em crianças e em coisas que, como pais, têm que aprender para lá de actos complicados como diálises, dietas esquisitas, dar remédios em seringas ou escondidos no meio dos iogurtes, fazer o pino para eles comerem qualquer coisinha...Sim, as vossas crianças são especiais porque além de tudo isso também precisam de pais que saibam como se deve fazer com as birras, com a televisão, com os jogos, com os livros, como estar com os amiguinhos, enfim serem pais nos dias de hoje, como todos os outros pais... Precisam de saber que o tempo voa e um dia destes os filhos estão adololescentes e muitas mais dúvidas vos surgirão....
Então leiam um texto precioso aqui...
http://www.spp.pt/noticias/default.asp?IDN=7&op=2&ID=132
É o novo site da Sociedade Portuguesa de Pediatria, abriu hoje. E tem uma entrevista preciosa (titulo desta mensagem) do nosso presidente o Dr Luis Januário, de Coimbra que, além de pediatra é um Homem absolutamente único, no que se refere a congregar qualidades humanas riquíssimas com vasta capacidade técnica e profissional. E para não terem dúvidas procurem o blog dele " A Natureza do Mal".
O novo site tem também muitas coisas úteis para os pais e vai ser enriquecido a curto prazo com novos contributos.
E já agora, também podem e devem participar com os vossos comentários e sugestões...
Ao fim e ao cabo, os vossos filhos é que são a razão de existir da SPP.
Publicado por
Helena Jardim
1 comentários
Crianças seis anos à espera de transplante
18 de fevereiro de 2008
Hoje, no Diário de Notícias:
Duarte e Dinis são iguais. O seu nome começa pela mesma letra, nasceram exactamente no mesmo dia e nada os distingue diante do espelho. Entre os dois, há apenas uma diferença de seis centímetros. Com três anos, Duarte é insuficiente renal crónico, uma doença que o faz depender de uma máquina mais de dez horas por dia e que é a única culpada pelo atraso de crescimento em relação ao irmão gémeo. Como ele, havia 234 crianças com a doença em 2006, metade das quais dependia de diálise ou de um transplante. Nesta altura, havia crianças à espera de um rim há cinco ou seis anos, apurou o DN.
A insuficiência renal crónica (IRC) aumenta com a idade e afecta 14 mil portugueses actualmente, nove mil dos quais estão a fazer diálise e quatro a cinco mil estão transplantados, disse ao DN Carlos Silva, o presidente da Associação Portuguesa de Insuficientes Renais. A perda total da função dos rins, que obriga a fazer terapêutica de substituição, é a situação mais grave, visto que um em cada dez portugueses sofrem de doença renal.
Se a doença tende a aumentar com a idade, associada a outras como a diabetes ou hipertensão arterial e a diversos problemas como as infecções dos rins, existe uma minoria preocupante e que merece cuidados especiais: as crianças.
De acordo com dados da Lusotransplante, há 15 crianças em lista para serem transplantadas esperando 17 meses em média, contra os 54 dos adultos. Em Novembro de 2007, a lista contemplava mais três crianças, de acordo com Helena Jardim, presidente da secção de nefrologia da Sociedade Portuguesa de Pediatria. Em 2006, os hospitais fizeram nove transplantes a crianças.
A espera continua a ser grande, apesar de, até aos 18 anos, os doentes serem receptores prioritários. "Muitas vezes não surge dador compatível devido à situação clínica do dador", diz Helena Jardim. "Sempre que possível, deve ser dador pediátrico, o que só por si é mais difícil. Se for um dador jovem, até aos 30 anos, por exemplo, faz sentido. Acima disso, não é aconselhável", acrescenta Hélder Trindade, presidente da Lusotransplante.
Dados recolhidos pela pediatra apontam, por exemplo, esperas desde 2000 ou 2001, mas há casos de apenas seis meses. Às vezes, é uma questão de sorte. A idade média destes doentes é de 11,7 anos, mas há meninos de quatro ou cinco anos. E até de três, o caso do Duarte, que ainda não reúne condições.
Se 234 crianças têm insuficiência renal crónica, metade ainda não reúne as condições para diálise ou transplante. Optam antes por um tratamento conservador à base de medicamentos - que controlam os níveis de potássio, cálcio, proteínas -, mas também pelos suplementos nutricionais, nem sempre comparticipados.
Em todo o caso, a diálise deve ser evitada ou feita o mínimo de tempo possível. "É uma grande agressão e altera a estabilidade das crianças. Há risco de infecção e alteração da estabilidade hemodinâmica. Não crescem e chegam a ser alimentadas com sondas", lembra Helena Jardim.
A IRC significa que os rins não estão a funcionar. Um problema que dificulta a extracção de substâncias tóxicas do corpo, o controlo da água, cálcio e sais minerais, a produção de glóbulos vermelhos e de hormonas que intervêm na pressão arterial.
No caso das crianças, há várias causas que levam à IRC, "como as malformações congénitas. Muitas são detectadas na gravidez e podem ter tratamento, como o refluxo urinário. Há ainda causas neurológicas, como a espinha bífida, ou causas imunológicas", explica António Pina, cirurgião da equipa de transplantação do Hospital de Santa Cruz, em Lisboa.

Ler notícia.
Reportagem mais alargada no jornal.
Publicado por
Criança e Rim
0
comentários
Ana Cristina e José Pereira recuperam bem
16 de fevereiro de 2008
O casal submetido a transplante renal ao abrigo da nova legislação está a recuperar bem. A transplantada está nos cuidados intensivos e o marido, dador, poderá ter alta na próxima semana.
Ler notícia.
Ver vídeo SIC.
Nota: Tal como já tínhamos referido a 11/2, a SIC também reparou na desactualização da informação disponibilizada no site da ASST, que ainda refere que "Segundo a lei portuguesa, para haver doação em vida de órgãos, é necessário haver entre o dador e o receptor relação de parentesco até ao terceiro grau."
Em sequência do nosso post contactámos também a ASST, mas nem obtivemos resposta e a informação lá continua...
Publicado por
Marta Campos
1 comentários
1º Transplante de rim entre cônjuges em Portugal foi um sucesso!
14 de fevereiro de 2008
A novidade está no campo jurídico, já que em termos cirúrgicos, a troca entre dador e receptor vivos é já uma prática comum.
Foi com sucesso que se realizou ontem o primeiro transplante de rim de dador vivo entre cônjuges. A operação, que não traz novidades em termos médicos, inaugura em Portugal um novo quadro jurídico para a doação de órgãos decorreu no Hospital de Santa Cruz, em Carnaxide.
Ler notícias:
RTP: Transplantes: Marido e mulher que lutaram pela nova lei foram pioneiros na sua aplicação
RTP: Hospital de Santa Cruz faz primeiro transplante de dador vivo entre cônjuges
DN: O dia em que Ana acordou com três rins
Correio da Manhã: Professora recebe um rim do marido
Hoje, no Primeiro Jornal da SIC, será transmitida uma reportagem alargada exclusiva sobre este transplante: http://sic.aeiou.pt/online/scripts/2007/videopopup2008.aspx?videoId={9DB6D2AB-E8E4-4349-956A-FE55EC3D5F41}
Publicado por
Vanda Ferreira
0
comentários
Primeiro transplante de rim entre cônjuges vivos
13 de fevereiro de 2008
O primeiro transplante de rim de dador vivo, entre cônjuges, realiza-se hoje no Hospital de Santa Cruz em Carnaxide.
Trata-se da primeira intervenção do género em Portugal, uma vez que só desde Junho do ano passado é que Portugal passou a ter uma legislação que contempla a possibilidade de serem doados órgãos entre marido e mulher. De relembrar que esta legislação só em Novembro de 2007 foi finalmente regulamentada, tendo em Janeiro de 2008 surgido várias polémicas quanto a essa mesma regulamentação. Ultrapassados estes obstáculos, chega-se hoje a bom porto, abrindo um novo leque de possibilidades para os doentes renais à espera de um transplante!
Ler notícia.
Publicado por
Vanda Ferreira
1 comentários
Programa RTP - Sociedade Civil
O programa "Sociedade Civil", da RTP 2, de 4ª feira, dia 6/2/2008 foi inteiramente dedicado à Doença Renal Crónica. Vale a pena ver!
Link para o vídeo: http://ww1.rtp.pt/multimedia/?tvprog=20544&idpod=11640
Publicado por
Marta Campos
0
comentários
Viviana só esperou meio ano pelo rim que a libertou da diálise
12 de fevereiro de 2008
Viviana é um caso raro. O tempo de espera por um rim foi substancialmente inferior à média nacional
Viviana Virgínia deverá ter amanhã alta do serviço de Nefrologia do Hospital de Santo António, no Porto. No dia 2 de Fevereiro, a adolescente de 15 anos recebeu um rim, doado por "uma criança de 12 anos que morreu num acidente". Viviana apenas teve que esperar cerca de meio ano pelo tão desejado rim, quando o tempo médio de espera a nível nacional é de 37 meses.
Aos 12 anos, a jovem engrossou o número de casos de insuficiência renal que, só em Portugal, afecta cerca de 13 mil pessoas. "O médico de família achava que o meu crescimento estava muito abaixo do normal.
Um dia,um médico viu que as minhas tensões estavam muito altas, a 20, e fui logo fazer uma ecografia aos rins. Mandaram-me de urgência para o Hospital Maria Pia e, como as tensões continuavam muito altas, fiquei logo internada cerca de uma semana", recorda Viviana com a precisão de quem sofreu na pele o problema. Regressada a casa após o primeiro internamento, começou a rotina da medicação, "mas as análises estavam sempre alteradas".
Sinais de alerta
Tirando a baixa estatura e a hipertensão, Viviana nunca teve outros sinais de alerta, como cansaço, vontade de urinar com frequência, retenção de líquidos ou até mesmo alterações de apetite. Isto porque o rim é um orgão com uma grande reserva funcional, adaptando-se à perda progressiva da sua função e, portanto, os sintomas da doença só surgem quando a diminuição da actividade renal já é muito grande.
No caso de Viviana, a progressão da doença foi atenuada até que, em Agosto do ano passado, iniciou a diálise peritoneal. Um método que lhe garantiu uma independência superior à hemodiálise, até porque ela própria era quem fazia as trocas necessárias.
Os tratamentos foram levados à risca, até porque Viviana e a família nunca perderam a esperança. A luz ao fundo do túnel surgiu após o toque do telemóvel do pai, às onze da noite do passado dia 1. "Foi o meu marido que recebeu a notícia de que havia um rim e que ela devia estar aqui às oito da manhã do dia seguinte. Nem dormi a noite toda, pois senti uma grande angústia e expectativa", confessa a mãe, Fátima, uns dias após a operação. A boa notícia apanhou todos de surpresa até porque o tempo de espera ainda não era muito. "Eu imaginava que tínhamos que esperar uns três anos. Conhecemos uma menina, com de 15 anos também, que está à espera há dez anos", afirma Fátima.
O organismo de Viviana aceitou o novo órgão e, quatro dias depois, a função renal já estava a 100%. "Um sucesso", afiança Morais Sarmento, médico responsável pelo transplante e presidente da Sociedade Portuguesa de Transplantação. Para o nefrologista, agora apenas há que "ter cuidado com eventuais infecções, o que seria fatal". "Por isso, ainda é difícil prever o regresso às aulas. A Viviana tem que evitar, para já, o contacto com muitas pessoas, pois são um potencial foco infeccioso".
Notícias relacionadas:
Listas de candidatos são cada vez maiores
Números nacionais
Fonte: Jornal de Notícias
Publicado por
Vanda Ferreira
1 comentários
Pergunta sem resposta: novo site da ASST
11 de fevereiro de 2008
A Autoridade para os Serviços de Sangue e da Transplantação lançou recentemente o seu site na Internet. Apesar de já ter iniciado funções em 2007, só agora o antigo site da Organização Portuguesa de Transplantação foi substituído pelo novo site da ASST.
Louvamos a grande quantidade de informação, sobretudo as estatísticas mais recentes, que antigamente eram difíceis de obter.
O que é incompreensível é que este site, que foi lançado há poucos dias, contenha uma imprecisão tão grave quanto a que encontramos na seguinte página:
http://www.asst.min-saude.pt/transplantacao/perguntasfrequentes/Paginas/dadorvivo.aspxQuem pode ser dador vivo?
Relação de parentesco
Segundo a lei portuguesa, para haver doação em vida de órgãos, é necessário haver entre o dador e o receptor relação de parentesco até ao terceiro grau.
Tendo a lei sido já publicada em Junho de 2007, tendo surgido tantas polémicas na Comunicação Social recentemente quanto à aplicação da mesma lei, teria sido difícil actualizar este parágrafo antes de o lançar publicamente? Era fácil, apenas se mudaria a frase para: "Segundo a lei portuguesa, para haver doação em vida de órgãos, não é necessário haver entre o dador e o receptor qualquer relação de parentesco."
Outra coisa que temos pena é que alguma legislação não esteja acessível publicamente e solicite a introdução de uma password que, quem está de fora, obviamente não possui.
Publicado por
Criança e Rim
0
comentários
Inspecção-Geral das Actividades em Saúde vai investigar incentivos à realização de transplantes
8 de fevereiro de 2008
A Inspecção-Geral das Actividades em Saúde (IGAS) vai averiguar a forma como estão a ser processados os pagamentos de incentivos à realização de transplantes de órgãos, revelou hoje fonte do Ministério da Saúde.
De acordo com a mesma fonte, foram já pedidos esclarecimentos ao presidente da Autoridade para os Serviços de Sangue e Transplantação (ASST), Eduardo Barroso.
Ler notícia: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1318903&idCanal=62
Ver vídeos: http://sic.sapo.pt/online/noticias/vida/20080207Pagamento+de+incentivos+investigado.htm?wbc_purpose=basi%40c
Publicado por
Criança e Rim
0
comentários
Mais polémicas!
7 de fevereiro de 2008
Pelo menos não nos podemos queixar de falta de atenção da Comunicação Social para a temática dos transplantes!
Desde Outubro do ano passado que José Plácido Júnior, 43 anos, editor-adjunto da revista "Visão", investiga o «lado negro» dos transplantes. A história, que é integralmente contada na edição de hoje, começou por abordar o drama de pacientes transplantados ou à espera de uma intervenção, num caso há 15 anos.
No decorrer da investigação, médicos e enfermeiros referiram um esquema de pagamento de «comissões» por transplantes que, embora legislado desde meados dos anos 80, era praticamente desconhecido do público, pouco claro para os próprios profissionais do sector e com regras variáveis de hospital para hospital. Destas «ajudas» aos hospitais, uma parte – que no Curry Cabral atinge os 48% – é entregue aos profissionais de saúde que participam nessas cirurgias.
Questionado pela "Visão", Eduardo Barroso, 59 anos, actual presidente da Autoridade para os Serviços de Sangue e de Transplantação, admitiu ter ganho, só em Novembro de 2007, 30 mil euros em «prémios» relativos a transplantes feitos no Hospital Curry Cabral, onde exercia o cargo de director de Cirurgia Geral e Transplantação. Confrontado na quinta-feira, 31, com este esquema, do qual ele é um dos principais beneficiários, reconheceu, finalmente, que as comissões pagas aos médicos do Curry Cabral eram exageradas e tinham de ser reduzidas.
Num telefonema efectuado no dia seguinte, o médico afirmava recear «um vexame público» em resultado da investigação jornalística da "Visão" e confessava ter reunido a família, para a pôr ao corrente da entrevista.
Curiosamente, nesse mesmo dia, sexta-feira, 1 de Fevereiro, o teor da nossa investigação já era do conhecimento do gabinete do primeiro-ministro.
A 4 de Fevereiro, a vários órgãos de comunicação social, Eduardo Barroso tentou antecipar a história da "Visão", mas contando os factos à sua maneira. Só que não disse tudo.
A "Visão" procurou apurar a verdade sobre o esquema de incentivos pagos aos profissionais de saúde que participam em transplantes – dinheiro a rodos, num sector anémico e numa área que não é conhecida pela sua eficiência. E disso dão conta aos seus leitores, hoje, dia 7.
Mais informação aqui (Vídeo SIC).
Publicado por
Marta Campos
0
comentários
Transplantes rendem milhões aos médicos
5 de fevereiro de 2008
Quando, nos anos 90, os transplantes de órgãos em Portugal ficavam muito aquém dos números desejados, a tutela decidiu estimular os hospitais a fazer mais colheitas através de um sistema de incentivos aos médicos, sem paralelo em nenhuma outra especialidade. Mas estas operações não tem parado de crescer no País - e vão continuar a subir, até porque a lei passou a permitir o recurso a dadores vivos entre casais e amigos.
Publicado por
Vanda Ferreira
2
comentários
Apenas 37 mil inscritos como não dadores
2 de fevereiro de 2008
Em mais de uma década, cerca de 37 mil portugueses recusaram que os seus órgãos sejam doados para transplantes, um número que os especialistas consideram pouco expressivo e atribuem à falta de informação.
Ler notícia.
Publicado por
Marta Campos
0
comentários
Não há órgãos suficientes e são precisos dadores vivos
30 de janeiro de 2008
A Autoridade para os Serviços de Sangue e Transplantação (ASST) lançou ontem um apelo aos portugueses para que sejam dadores vivos, lembrando que, de outra forma, "nunca vai haver órgãos suficientes para todos".
Ler notícias:
Publicado por
Marta Campos
1 comentários
Transplantes com dador vivo avançam sem seguro
29 de janeiro de 2008
Publicado por
Criança e Rim
0
comentários
Jovem muda de tipo de sangue após transplante
28 de janeiro de 2008
Uma jovem australiana surpreendeu os médicos ao mudar de tipo de sangue depois de ter sido sujeita a um transplante de fígado. É o primeiro caso do género.
Agora com 15 anos, Demi-Lee tem uma vida perfeitamente saudável, mas aos 9 teve de ser sujeita a um transplante de fígado. Recebeu-o de um dador e o organismo sofreu alterações. É óbvio o espanto dos médicos. Nove meses depois do transplante, Demi-Lee mudou de tipo de sangue e de sistema imunológico ao adoptar as características sanguíneas do dador. "O que parece ter acontecido é que as células do seu fígado foram até à medula e criaram um sistema imunitário novo", explica o médico Stephen Alexander. Uma mudança espontânea que a equipa médica do hospital pediátrico de Sydney diz não ter precedentes.
Os médicos querem agora perceber como se deu a transformação no corpo da jovem, para tentarem reproduzir o mesmo efeito noutros doentes.
Ver reportagem.
Publicado por
Marta Campos
2
comentários
Novas terapias reduzem utilização de fármacos em transplantados
26 de janeiro de 2008
Cientistas norte-americanos descobriram dois novos tratamentos que evitam que os pacientes que fizeram transplantes necessitem de tomar medicamentos imunossupressores para evitar a rejeição do órgão.
O primeiro estudo, realizado pela Stanford University, envolveu um homem que recebeu um transplante de rim tendo como dador o seu irmão. Durante dois anos não recebeu medicação, tendo sido tratado com terapêuticas combinadas de anticorpos, radiações e células sanguíneas do irmão. O tratamento combinado criou uma espécie de estabilização das células imunológicas que parece ter travado o ataque ao órgão transplantado.
O segundo estudo, conduzido por uma equipa do Massachusetts General Hospital, acompanhou cinco pacientes que receberam primeiro medula óssea dos dadores e depois os respectivos rins. Um dos cinco rejeitou o rim doado, mas os restantes têm conseguido sobreviver sem necessidade de medicação, divulga o artigo.
Ler notícia (em português).
Ler resumo dos artigos (em inglês):
Publicado por
Marta Campos
1 comentários
Artigo: Indicações Actuais para Biópsia Renal
25 de janeiro de 2008
Neste artigo são revistas as indicações actuais para realização de biópsia renal, nas diversas alterações urinárias e síndromes renais. É brevemente referido o enquadramento histórico desta técnica e a evolução das indicações para a sua realização.
Ler o artigo completo.
Fonte: Acta Médica Portuguesa
Publicado por
Vanda Ferreira
0
comentários








