Obrigado Visitantes!

3 de novembro de 2007

Neste mês de Outubro o Criança e Rim atingiu o seu record de visitantes!

Obrigado a todos pela vossa visita e pelo feedback que temos recebido, que nos tem animado a continuar este projecto.

Primeira vacina para Cancro Colorrectal e Cancro do Rim em fase final de estudo

31 de outubro de 2007

Ler notícia.


Mais informações aqui.

Site do Conselho da Europa sobre Transplantes

30 de outubro de 2007

Na perspectiva do Conselho da Europa, uma parte importante dos direitos humanos consiste em promover a doação e a transplantação de órgãos. Melhorar os sistemas de transplantação significa garantir o direito aos cuidados de saúde, e o direito à vida.

Nesta página encontramos:

  • Recomendações

  • Publicações

  • Estatísticas

  • Estudos

Consultar aqui.

Nefrectomia em Transplante de Dador Vivo: Cirurgia Tradicional vs. Laparoscopia

27 de outubro de 2007

A nefrectomia em transplante com dador vivo realizada através da cirurgia tradicional implica uma incisão grande, que interfere com os músculos, frequentemente implica a remoção de uma costela e um período de internamento e de recuperação relativamente longos.

A laparoscopia é uma técnica mais recente, que utiliza uma câmara especial, um laparoscópio, que produz uma visão interna da cavidade abdominal. Este aparelho transmite uma imagem em tempo real para um écran, que guia o cirurgião nos seus procedimentos. O laparoscópio tem a capacidade de magnificar as imagens, permitindo ao cirurgião obter uma imagem de qualidade superior. A nefrectomia por laparoscopia é um procedimento minimamente invasivo, que apenas requer três ou quatro pequenas incisões, as quais não afectam os músculos.

Comparação entre Cirurgia Tradicional e a Laparoscopia





  1. Incisão
    Laparoscopia: 3 incisões com cerca de 1,5 cm; 1 incisão entre 6 e 8 cm na parte baixa do abdómen. Nenhum músculo é afectado por estas incisões.
    Cirurgia Tradicional: 1 incisão com 15 a 25 cm na parte lateral do abdómen; frequentemente, implica a remoção de uma costela.


  2. Duração do internamento
    Laparoscopia: 1 a 2 dias
    Cirurgia Tradicional: 3 a 5 dias


  3. Recuperação
    Laparoscopia: maior facilidade de cicatrização depois da cirurgia; menos desconforto e menor necessidade de medicamentos para reduzir a dor
    Cirurgia Tradicional: maior dificuldade de cicatrização depois da cirurgia e mais necessidade de medicamentos para reduzir a dor


  4. Regresso às actividades normais
    Laparoscopia: 2 a 4 semanas
    Cirurgia Tradicional: 8 a 12 semanas


A maior parte das pessoas pode doar um rim através de laparoscopia, mas há excepções:

  • Se a pessoa já tiver tido várias cirurgias abdominais anteriormente

  • Se tiver excesso de peso

  • Se o rim tiver uma anatomia pouco comum
Fonte: http://www.clevelandclinic.org/health/health-info/docs/1900/1987.asp?index=8661


Mais informações aqui.

Organizações recomendam medidas à UE para evitar escassez de órgãos

26 de outubro de 2007




Agradecemos a colaboração da Susana Carinhas na publicação desta notícia!

Médicos divididos quanto à pilinha dos bebés

25 de outubro de 2007

A pele da pilinha dos bébes deve ser puxada para trás para evitar infecções e circuncisões? Há 20 anos esta era a prática corrente, mas hoje a classe médica divide-se, criando nos pais um clima de dúvida.

Ler notícia.

Como prevenir Peritonites

23 de outubro de 2007

Algumas crianças em Diálise Peritoneal (DP) não apanham peritonites, enquanto que outras têm múltiplos episódios. Os pacientes com múltiplas peritonites têm sérios riscos, não apenas de danificar a membrana peritoneal, mas mesmo de criar peritonite esclerosante ou morte.

Uma forma comum de lidar com peritonites frequentes é a transferência da criança para a Hemodiálise - HD (esta é mesmo a principal causa destas transferências). Esta abordagem pode, no entanto, conduzir a problemas escolares e sociais na criança. Além disso, a HD também implica um risco de infecção significativo, embora os tipos de infecções sejam diferentes. Os pacientes em HD estão em risco de bacteremias em vez de peritonites.

O 1º passo na prevenção das peritonites consistirá em ter um bom programa de treino, com uma duração suficiente e ministrado por um enfermeiro qualificado para o efeito. A principal causa das peritonites continua a ser a contaminação no momento da troca. Ensinar o paciente e os seus pais a técnica correcta de lavagem das mãos é um factor crítico para prevenir as peritonites. Tocar na conexão depois da lavagem das mãos utilizando uma substância antimicrobiana, seguida da secagem completa das mesmas, reduz significativamente o número de bactérias que atingem a cavidade peritoneal. A não lavagem das mãos resulta num aumento siginificativo do número de organismos que passam pela conexaão através do toque acidental, e as mãos molhadas são mesmo o pior, resultando em 4.500 organismos transferidos pela conexão.


O 2º passo para reduzir o risco de peritonites – depois de reduzir o risco de contaminação no momento das conexões – é prevenindo as peritonites relacionadas com o cateter. Num programa de diálise sem profilaxia para o Stafilococos Aureus, 15-20% dos episódios de peritonites são devido a infecções do cateter, em que o S. Aureus e P. Aeruginosa representam a grande maioria destas infecções. Os pacientes com maior risco para peritonites S. Aureus relacionadas com o cateter são aqueles que transportam a bactéria, tal como os pacientes imunocomprometidos também têm um risco acrescido. Muitas vezes quem faz a diálise à criança (pai, familiar, etc.) pode ser portador da bactéria. Assim, a maneira mais lógica de prevenir estas infecções será efectuar profilaxia com Mupirocina à saída do cateter de todas as crianças em DP.


A aplicação diária de Mupirocina mostrou-se altamente eficaz na redução da infecção do túnel por S. Aureus e consequentes peritonites. O paciente deve utilizar uma cotonete para aplicar uma fina camada de mupirocina à volta da saída do cateter, depois do banho.


Se apesar de todas as precauções, se ocorrer infecção do túnel ou à saída do cateter, então o mesmo deve ser substituído antes de que se desenvolva a peritonite, precisamente para a prevenir. Segundo os especialistas, isto pode ser feito numa única cirurgia, de modo a que a DP não tenha de ser interrompida.

O 3º passo para a redução das peritonites é o gerir de forma adequada os episódios repetitivos com o mesmo organismo - o que significa substituir o cateter. Se o paciente tiver mais que um episódio de peritonite com o mesmo organismo, mesmo que espaçado no tempo, deve considerar-se a substituição do cateter. A substituição do cateter no paciente com peritonites frequentes parece diminuir o risco de peritonites repetidas com o mesmo organismo.


As peritonites permanecem como um dos mais sérios problemas que enfrenta a criança em DP.
Em resumo, podem-se atingir baixas taxas de peritonites através de um treino cuidado por um enfermeiro especificamente qualificado; através do uso da melhor tecnologia de conexão possível (evitar as trocas manuais); e através do uso da Mupirocina no oríficio de saída do cateter, de modo a prevenir as infecções por S. Aureus em todos os pacientes.

A prioridade nos programas de DP pediátrica deve ser sempre em preservar a membrana peritoneal, e não na preservação do cateter.

Ler artigo original.

Teste os seus conhecimentos!

22 de outubro de 2007



  1. Quantos rins tem normalmente uma pessoa?

  2. Um
    Dois
    Três

  3. De que tamanho são os seus rins?

  4. Do tamanho da sua cabeça
    Do tamanho do seu punho
    Do tamanho do seu olho

  5. Onde se localizam os rins?

  6. Nas costas, por baixo da caixa toráxica
    Nas costas, por baixo dos pulmões
    À frente, ao pé do umbigo

  7. Quais são as principais funções dos rins?

  8. Eliminar toxinas e líquidos adicionais
    Limpar o sangue
    Regular a tensão arterial
    Todas as anteriores

  9. Quem pode sofrer de doenças renais?

  10. Crianças
    Jovens
    Adultos
    Todos os anteriores

  11. O que acontece se os rins deixarem de funcionar?

  12. A pessoa tem que fazer diálise
    A pessoa precisa de fazer um transplante renal
    Nada
    Ou a 1ª ou a 2ª hipótese

  13. O que podemos fazer para mantermos os nossos rins saudáveis?

  14. Beber muita água - 8 copos por dia
    Vigiar a tensão arterial
    Alimentação saudável e exercício físico
    Todas as anteriores

  15. Quem tem um risco acrescido de desenvolver doença renal?

  16. Pessoas com tensão alta / diabetes
    Pessoas com pedras nos rins
    Pessoas que ingerem demasiadas gorduras
    Todas as anteriores

  17. Quantos litros de sangue são filtrados diariamente pelos rins?

  18. 10
    50
    100
    200

  19. Quantas adultos sofrem de doença renal em Portugal?

  20. 1 em cada 10
    1 em cada 50
    1 em cada 100
    1 em cada 200



Adaptado de http://www.kidney.org/kidneyDisease/kidneyQuiz.cfm

Máximo de Pontos: 50

Pode ajudar?

20 de outubro de 2007

Recebemos o seguinte e-mail da Maria José Ribeiro, mãe do Pedro:

Ex.mos(as) Senhores(as)

Eu sou a Maria José, mãe de um menino de 3 anos que tem uma doença cerebral motora (paralisia cerebral). O meu filho não tem força para segurar a cabeça nem para se sentar. Apresenta também uma surdez profunda e o próximo passo são os implantes cocleares para poder ouvir só que para isso primeiro tem de conseguir segurar a cabeça.

Temos apoio desde os 4 meses no Serviço de Intervenção Precoce da Associação Famalicense de Prevenção e Apoio à Deficiência (AFPAD) gratuitamente. Graças a Deus melhorou mas muito pouco, só agora se notam algumas melhorias.

Iniciei também fisioterapia, no dia 9 de Outubro de 2006, em Guimarães, com um terapeuta cubano que está cá há alguns anos. A Intervenção Precoce é gratuita, no entanto, estas sessões em Fisioterapia privada custam 30 euros diários, 6 vezes por semana, o que dá 720 euros mensais, custos que não posso suportar. Só o meu marido trabalha, eu estou em casa a tomar conta do Pedro e a acompanhá-lo a consultas e aos tratamentos. Coloquei várias latas mealheiros em vários estabelecimentos para ajudar a custear os tratamentos e tive também algumas ajudas de particulares mas mesmo assim não chega. O Pedro não deve parar com estes tratamentos pois agora começa a mostrar melhorias, já tem algum controlo da cabeça mas ainda não o suficiente - tem de continuar a trabalhar.

Por isso faço um apelo a todos os que possam ajudar o meu filho.

Também criei um blog na Internet para ver se consigo ajudas e resolvi escrever esta carta para alguns meios de comunicação social e para algumas instituições de solidariedade e apoio às crianças e familias, com o intuito de obter ajudas.

Além do apoio da Intervenção Precoce e do fisioterapeuta cubano, o Pedro beneficia de fisioterapia três vezes por semana na Clínica "Cuidar Mais" em Riba d'Ave gratuitamente. Para mais informações pode contactar a AFPAD - Intervenção Precoce através dos telefones 252 378790/1.

O meu contacto é o 91 9301406.

O blog do Pedro está
http://olharopedro.blog.com

Deixo também o NIB da conta para ajudar o Pedro se quiserem fazer algum depósito:

NIB: 001800005182053902569 - Banco Santander Totta

Todo o tipo de ajuda é muito importante para o meu filho.

Obrigado pela vossa atenção.

Infecções hospitalares: a importância de lavar as mãos

18 de outubro de 2007

As infecções são doenças causadas por bactérias (micróbios) que existem no meio ambiente e dentro do nosso organismo, em condições controladas. A maior parte das infecções adquiridas fora do meio hospitalar é, de forma geral, controlada com o uso de antibióticos sem problemas de maior. No entanto, isso não acontece com as infecções adquiridas nos hospitais pois devido a mecanismos complexos muitos dos micróbios que vivem nos hospitais conseguem adquirir resistência a muitos dos antibióticos utilizados para os destruir.

É fácil de perceber que as infecções hospitalares são geralmente muito mais difíceis de tratar do que as adquiridas fora do meio hospitalar. De forma a facilitar a higiene e a prevenir a propagação de infecções dentro dos hospitais vale a pena lembrarmos algumas regras fáceis que podem ajudar os doentes internados:

  • Lavar as mãos é a melhor forma de evitar infecções hospitalares. Lave as mãos antes e depois de visitar um doente, de lhe tocar e/ou estar em contacto com as suas secreções (sangue, fezes, urina, suor, saliva ou lágrimas).

  • Evite levar crianças ao hospital; elas não se sabem proteger das infecções nem conhecem as regras para não as disseminarem.

  • Antes de entrar numa enfermaria verifique se existe algum tipo de isolamento e aja em conformidade com as instruções do pessoal.

  • Não se sente na cama do doente, pois tanto se pode contaminar a si como a ele.

  • Não circule desnecessariamente pelo hospital.

  • Evite levar alimentos para o hospital; se o quiser fazer, consulte a enfermeira ou o nutricionista acerca da dieta do doente.

  • Evite comer no hospital e não aceite comida do doente.

  • Colabore com a limpeza do hospital utilizando os cestos de lixo e conservando os quartos, enfermarias e casas de banho limpos.

  • Retire anéis, pulseiras e relógios quando visitar o doente; facilitará a lavagem das mãos e evitará a contaminação.

  • Não fume dentro do hospital.

Leia mais aqui e aqui.

Fonte: Pfizer

Dúvidas sobre a Vacina da Gripe

17 de outubro de 2007

No nosso Fórum surgiu a dúvida se os transplantados deveriam receber, ou não, a vacina da gripe. Sem querer, de forma alguma, substituir os conselhos que cada médico dá ao seu doente em particular, decidimos também fazer a nossa investigação.

  1. A Organização Mundial de Saúde defende que a vacina deverá ser administrada a indivíduos (adultos e crianças com mais de 6 meses), com doenças crónicas cardiovasculares, pulmonares, metabólicas, renais, ou que estejam imunocomprometidos.
  2. Segundo o Infarmed, a vacina contra a gripe destina-se a prevenir a gripe nos indivíduos de risco, nomeadamente a população com idade superior a 65 anos ou com patologias crónicas subjacentes (imunodeprimidos e doentes com afecções crónicas pulmonares e cardíacas).

  3. O folheto informativo da Influvac, uma das vacinas para a gripe mais vendidas em Portugal diz o seguinte: Se estiver a fazer um tratamento imunossupressor a resposta imunológica ao Influvac pode estar diminuída.
  4. O folheto informativo da Istivac, outra vacina também vendida no nosso país, diz também: antes da vacinação deverá informar o seu médico se tem, ou se o seu filho tem, uma fraca resposta imunológica (imunosupressão). O seu médico irá decidir se deve, ou se o seu filho deve, receber a vacina. A resposta imunológica pode ser diminuída em caso de tratamento com imunossupressores.
  5. A Ordem dos Farmacêuticos adverte: Na maioria dos casos a doença é autolimitada; contudo, a gripe pode acarretar uma elevada incidência de morbilidade e mortalidade em populações como crianças muito novas, indivíduos com mais de 65 anos, grávidas, indivíduos com patologias crónicas do sistema respiratório, cardiovascular, endócrino ou imunitário, com doença crónica renal ou hepática, doença neoplásica, doentes transplantados ou com doença crónica do tecido conjuntivo. As complicações são principalmente de natureza respiratória – pneumonia viral primária ou bacteriana secundária e os doentes crónicos podem sofrer um agravamento da sua patologia.
  6. Existe uma vacina inalável, a FluMist®, embora não esteja comercializada em Portugal, a qual não deve ser utilizada em indivíduos imunocomprometidos, pois contém o vírus da gripe vivo, ainda que numa forma atenuada.
Conclusão: Na generalidade dos casos, apesar de a resposta do sistema imunitário de uma pessoa imunocomprometida à vacina da gripe poder estar diminuída, não existe razão para não se administrar a vacina, tanto mais que os efeitos da gripe poderão ser mais graves numa pessoa nesta situação. Todas as vacinas existentes em Portugal e autorizadas pelo Infarmed contêm o vírus inactivado, o qual não constitui risco acrescido para indivíduos imunocomprometidos.

Consulte também: Guidelines for Vaccination of Solid Organ Transplant Candidates and Recipients (American Society of Transplantation)


Note que este Blog não pretende dar conselhos médicos. Por favor consulte o seu médico, sempre que achar que precisa ou alguém que conhece precisa de tratamento. A informação contida neste blog nunca pode substituir o conselho do seu médico.

16 de Outubro - Dia Mundial da Alimentação

16 de outubro de 2007

Recursos:

  1. Consulte este livro sobre a alimentação das crianças insuficientes renais, elaborado sob coordenação da Prof. Helena Jardim, do Hospital de S. João (Porto).
  2. Consulte os conselhos da ADRNP e da APIR quanto à alimentação dos insuficientes renais.
  3. Cuidados nutricionais no Síndrome Nefrótico (em Inglês).

O Sal

15 de outubro de 2007

Leia o artigo da Enfª Margarida Rodrigues sobre os cuidados a ter com o sal na sua alimentação e a sua implicação a nível da saúde dos seus rins!

Novo Fórum Criança e Rim

12 de outubro de 2007

Olá,

Como já devem saber o antigo Fórum, por ser gratuito, tem uma limitação de 250 mensagens e, porque já está a rebentar pelas costuras, enquanto não conseguirmos resolver a situação definitivamente, criámos um novo:

http://pub42.bravenet.com/forum/3551440163/

Agradecemos que a partir de agora coloquem as vossas participações nesse novo Fórum!

Boas participações!

Criança e Rim

Registo Nacional de IRC (2006)

11 de outubro de 2007

Na sequência do último post da Prof. Helena Jardim, vimos aqui divulgar os dados relativos ao Registo Nacional de todas as crianças e jovens com insuficiência renal crónica, quer em tratamento conservador, quer em diálise ou transplantadas.

Estes dados foram apresentados no 8º Congresso Nacional de Pediatria, realizado de 1 a 5 de Outubro de 2007.

Insuficiência Renal Crónica na Criança - Registos Nacionais

9 de outubro de 2007

Nos últimos 2 anos a Secção de Nefrologia da Sociedade Portuguesa de Pediatria iniciou o Registo Nacional de todas as crianças e jovens com insuficiência renal crónica, quer em tratamento conservador quer em diálise ou transplantadas. Pensamos ter reunido a totalidade dos doentes inscritos nas Unidades de Nefrologia Pediátrica do País e ainda aqueles que ocasionalmente sejam seguidos em Serviços de Pediatria sem Nefrologia Pediátrica mas que também enviaram os seus dados.

Estes são os números:
1 - Crianças e jovens com idade inferior a 18 anos com IRC (Débito de Filtração Glomerular inferior a 60 ml/min/1,73m2) seguidas em tratamento conservador - 117

2 - Crianças e jovens com idade inferior a 21 anos e em diálise (peritoneal ou hemodiálise) ou submetidas a transplante - 117

Por coincidência o numero é exactamente o mesmo...

Agradecemos a todos quantos colaboraram no registo e assim permitiram conhecer a realidade nacional.

Ideal seria que estes 234 doentes pudessem contactar entre si, partilhando experiências e vivências com benefício para todos.

Em breve colocaremos aqui mais detalhes deste trabalho.

Semana Mundial do Aleitamento Materno


Sob o lema "Amamentar na primeira hora de vida - 60 minutos que podem fazer a diferença", decorre esta semana (de 8 a 14 de Outubro de 2007) a Semana Mundial do Aleitamento Materno. Os dados mundiais apontam para um milhão de mortes em crianças com menos de cinco anos, quatro milhões delas dentro do primeiro mês de vida”, sublinha Adriana Pereira, membro do Comité Nacional para o Aleitamento Materno, da Direcção-Geral da Saúde (DGS). Recorrendo aos dados do estudo, a especialista explica que “se todas as mulheres amamentarem desde a primeira hora pode ser evitada a morte de um quarto dessas crianças”, o que permite concluir que “iniciar a amamentação na primeira hora de vida reduz bastante o risco de morte infantil”.

Um pouco por todo o país, irão ter lugar diversas iniciativas que pretendem chamar a atenção para a importância da amamentação nas primeiras horas de vida do bebé. Consulte aqui o programa.

O leite materno é o mais saudável para todos os bebés, pois contém todas as proteínas, açúcar, gordura, vitaminas e água que o seu bebé necessita para ser saudável. Além disso, contém determinados elementos que o leite em pó não consegue incorporar, tais como anticorpos e glóbulos brancos. É por isso que o leite materno protege o bebé de certas doenças e infecções.

No que diz respeito aos bebés com insuficiência renal, a amamentação é ainda mais importante, também pelos anticorpos que fornece à criança, mas sobretudo porque o leite materno fornece o mais baixo teor de proteínas, adaptado às reais necessidades do bebé, evitando assim uma sobrecarga renal prejudicial e inútil.

Um estudo demonstrou que uma sobrecarga proteica pode mesmo acelerar a insuficiência renal.

Outro estudo mostra que o crescimento renal e o azoto ureico (BUN) são significativamente mais elevados em bebés alimentados parcial ou totalmente com leite adaptado durante os primeiros 3 meses de vida. Apesar de aparentemente este resultado ser reversível, uma vez que aos 18 meses não se notaram diferenças, trata-se sem dúvida de um elemento a ter em conta quando se pretender introduzir o leite adaptado na alimentação de um bebé com IRC.

Outros recursos:

É raro...

8 de outubro de 2007

Porque as doenças renais têm muitas origens e, se calhar, as doenças raras não estão tão longe de nós como poderíamos imaginar, vimos divulgar esta iniciativa:

É RARO mas acontece.

É RARO conseguir juntar 14 personalidades do mundo cultural numa obra literária única. Mas aconteceu.

É RARO que todas aceitem escrever sobre o mesmo tema: o raro. Mas aconteceu.

É RARO o momento em que tantas personalidades se dispõem a apoiar prontamente uma causa que precisa. Mas aconteceu.

É RARO quando o tema e o objectivo do livro são o mesmo. Mas aconteceu.

O livro é sobre «Histórias Raríssimas», conta com o alto patrocínio da Dr.ª Maria Cavaco Silva e com o apoio exclusivo exclusivo da Novartis Oncology.

Todas as suas receitas revertem a favor da Raríssimas, Associação Nacional de Deficiencias Mentais e Raras. Leia-o e faça algo de bom acontecer. O lançamento acontece no dia 24 de Outubro na FNAC Chiado, pelas 18h30 e conta também com a presença da Dr.ª Idália Moniz, Secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação.

Contamos com a presença de todos, em mais uma etapa para a meta que é a "Casa dos Marcos".

ObrigadÍSSIMA.

web: www.rarissimas.pt

blog: rarissimas.blogs.sapo.pt

Investigação sobre rejeição de rins compatíveis

7 de outubro de 2007

Durante anos, não se conseguiu explicar porque é que alguns rins, aparentemente com um elevado nível de compatibilidade, acabavam por ser rejeitados. Segundo um estudo publicado recentemente, uma equipa de investigadores americanos e alemães descobriu uma possível causa: a existência de anticorpos que não são testados pelos métodos utilizados hoje em dia.

Diz o Dr. Peter Stastny, autor do estudo: "Quando se faz um transplante, o sangue do receptor entra em contacto com o endotélio do órgão do dador. O endotélio é a camada de células que reveste o interior dos vasos sanguíneos. Os anticorpos em questão atacam um antigénio natural, o MICA, o qual se encontra nas células do endotélio. É aqui que começa a rejeição."


Ler notícia (em Inglês).

Associação Nacional de Farmácias lança cartão que dá descontos

5 de outubro de 2007

Já que não baixam o preço dos medicamentos, será que podemos ter descontos de outra forma?

Ler notícia.